Sauron retornou a Mordor, mas sua fortaleza em Dol Guldur também está sendo reerguida, e ele enviou três dos novo para se certificar de que os povos livres do norte não permanecerão unidos para a guerra que virá.
O The One Ring (ou o O Um Anel para quem pegou a versão super atrasada e defasada da Devir) é, sem dúvidas, o melhor RPG lançado ambientado na Terra-Média de Tolkien. Ao contrário do que faziam os outros jogos publicados neste cenário que cuspiam suplementos para tentar arrancar uma grana dos fãs, a Cubicle 7 optou por uma linha editorial mais enxuta, porém de grande qualidade. Eles lançam poucos livros por ano, mas a qualidade do que botam no mercado é invejável.
Há algum tempo eles publicaram dois excelentes livros focados nas Terras Ermas: o Heart of the Wild e o The Darkening of Mirkwood. O primeiro é um suplemento de cenário que explora, detalha e expande o que vimos sobre a região no livro básico. Já o segundo traz uma campanha completa (com bastante espaço para variabilidade dentro dos acontecimentos) que dura quase trinta anos dentro do cenário e foca na volta das forças da Sombra à Mirkwood.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Regra Alternativa para DCC RPG: Companheiro de Aventuras
O Dungeon Crawl Classics Role Playing Game está em vias de ser publicado por aqui e é um dos meus RPG favoritos de todos os tempos. Além disso, lá fora, está para ser publicada uma adaptação oficial do cenário de Espada e Feitiçaria de Fritz Lieber (Nehwon, Lankhmar, Fafrhd e Grey Mouse) para o jogo, o que vai trazer umas possibilidades bem legais.
Como eu também sou super fã de Espada e Feitiçaria (vide meu projeto – que está hibernando mas não está morto – Bruxos & Bárbaros), acabei pensando em uma regra alternativa para o uso de Sorte nesse tipo de cenário. Como sabem, em mundos de Espada e Feitiçaria, os personagens costumam ser todo humanos, sendo as raças fantásticas reservadas para monstros e criaturas lendárias. Sendo assim, o Halfling, classe do jogo que consegue compartilhar Sorte, estaria fora do alcance dos jogadores, o que é uma pena, já que a mecânica de compartilhar sorte com seu grupo pode gerar momentos bem divertidos na mesa.
Foi então que lembrei, justamente, da relação de companheirismo de Fafhrd e Grey Mouser e da regra de Fellowship Focus do The One Ring RPG. Por que não pensar em algo parecido para o DCC RPG? Quem sabe cada pessoa do grupo tem uma ligação forte com outra que permita essa troca de energia (Sorte) e fique ligada à maneira com que cada um gasta, perde e recupera Sorte ao longo do jogo?
Como eu também sou super fã de Espada e Feitiçaria (vide meu projeto – que está hibernando mas não está morto – Bruxos & Bárbaros), acabei pensando em uma regra alternativa para o uso de Sorte nesse tipo de cenário. Como sabem, em mundos de Espada e Feitiçaria, os personagens costumam ser todo humanos, sendo as raças fantásticas reservadas para monstros e criaturas lendárias. Sendo assim, o Halfling, classe do jogo que consegue compartilhar Sorte, estaria fora do alcance dos jogadores, o que é uma pena, já que a mecânica de compartilhar sorte com seu grupo pode gerar momentos bem divertidos na mesa.
Foi então que lembrei, justamente, da relação de companheirismo de Fafhrd e Grey Mouser e da regra de Fellowship Focus do The One Ring RPG. Por que não pensar em algo parecido para o DCC RPG? Quem sabe cada pessoa do grupo tem uma ligação forte com outra que permita essa troca de energia (Sorte) e fique ligada à maneira com que cada um gasta, perde e recupera Sorte ao longo do jogo?
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
3 x 3 RPGs - Mais uma brincadeira sobre RPG
Na rede social Google+, há alguns dias, rolou uma brincadeira em que as pessoas compartilhavam a hashtag #3x3RPGs e faziam uma lista de três RPGs obedecendo 3 categorias: RPGs jogados mais recentemente, RPGs que mais se divertiu e RPGs que mais gostaria de jogar. Não sei bem o objetivo original da brincadeira, mas pra mim ela serve para mostrar a diversidade de jogos existente, a variedade de pessoas que e de gostos que cada uma pode ter e aumentar o "awareness" das centenas de jogos por aí.
Sendo assim, resolvi fazer uma postagem no mesmo esquema e convidar todo mundo a fazer o mesmo, seja nos comentários aí embaixo, seja no facebook, seja nos seus próprios blogs. A brincadeira consiste em citarmos (e se você quiser, falar um pouco deles) 3 RPGs em três diferentes categoria: Os últimos 3 RPGs jogados (aqueles que você jogou a menos tempo), 3 RPGs que você mais gostou de jogar (os seus favoritos e que você tem as melhores lembranças) e 3 RPGs que você gostaria de jogar (e que não costuma conseguir jogar, seja qual for o motivo). Bem, vamos à minha lista.
Sendo assim, resolvi fazer uma postagem no mesmo esquema e convidar todo mundo a fazer o mesmo, seja nos comentários aí embaixo, seja no facebook, seja nos seus próprios blogs. A brincadeira consiste em citarmos (e se você quiser, falar um pouco deles) 3 RPGs em três diferentes categoria: Os últimos 3 RPGs jogados (aqueles que você jogou a menos tempo), 3 RPGs que você mais gostou de jogar (os seus favoritos e que você tem as melhores lembranças) e 3 RPGs que você gostaria de jogar (e que não costuma conseguir jogar, seja qual for o motivo). Bem, vamos à minha lista.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Encontro mais memorável que tive em um RPG - #RPGaDay
São, literalmente, 20 anos jogando RPG e muitas e muitas aventursa. Tanto do lado dos jogadores, como no lado de mestre de jogo. Algumas são meras lembranças, mais pelos amigos que participaram do que pelos acontecimentos na história do jogo. Outras, no entanto, ficam marcadas como grandes histórias, rivais até dos livros de fantasio dos quais sou fã.
A postagem de hoje é para falar de um dos encontros (ou cenas) mais memoráveis que tive em uma mesa de jogo. De fato, eu tenho vários que classificaria como inesquecíveis. Mas tem um que me deixa empolgado e orgulhoso, não só por mim, mas por todo o grupo que participou. Há uns 2 anos, eu mestrava uma campanha semanal de The One Ring, o atual RPG da franquia do Senhor dos Anéis e o Hobbit que tratava da caça de alguma relíquias malignas de Angmar para serem destruídas antes que um Feiticieiro Numenoreano Negro as conseguisse. Uma delas o grupo descobrira que tinha sido levada para dentro das catacumbas de uma fortaleza élfica na Floresta das Sombras (Mirkwood) por uma família de elfos que fora seduzida pelas Sombras e o grupo tinha ido lá para recuperar o objeto e levá-lo para que Saruman o destruísse (ninguém há época sabia que o Mago Branco também estava sendo seduzido pela Escuridão). Os jogadores sabiam o nome da família traidora e as cores de sua casa, o Cinza e o Negro.
A postagem de hoje é para falar de um dos encontros (ou cenas) mais memoráveis que tive em uma mesa de jogo. De fato, eu tenho vários que classificaria como inesquecíveis. Mas tem um que me deixa empolgado e orgulhoso, não só por mim, mas por todo o grupo que participou. Há uns 2 anos, eu mestrava uma campanha semanal de The One Ring, o atual RPG da franquia do Senhor dos Anéis e o Hobbit que tratava da caça de alguma relíquias malignas de Angmar para serem destruídas antes que um Feiticieiro Numenoreano Negro as conseguisse. Uma delas o grupo descobrira que tinha sido levada para dentro das catacumbas de uma fortaleza élfica na Floresta das Sombras (Mirkwood) por uma família de elfos que fora seduzida pelas Sombras e o grupo tinha ido lá para recuperar o objeto e levá-lo para que Saruman o destruísse (ninguém há época sabia que o Mago Branco também estava sendo seduzido pela Escuridão). Os jogadores sabiam o nome da família traidora e as cores de sua casa, o Cinza e o Negro.
domingo, 10 de agosto de 2014
Meu Conjunto de Dados Favoritos - #RPGaDay
Opa, me atrasei um pouco no Blogfest do #RPGaDay mas hoje eu compenso com duas postagens. O tema desta será o meu conjunto de dados favoritos e, gente, eu sou fissurado por dados! Aliás, quem não é? Eu tenho centenas deles e se vejo um conjunto legal, acabo comprando mesmo sem precisar. É foda, é uma doença, sei lá! Mas eu adoro dados.
Fiquei pensando muito tempo em qual conjunto escolher. A primeira ideia seria pegar um conjunto de dados de um jogo que usa dados especiais e diferentes. A primeira ideia, obviamente, foi escolher os dados loucões do Dungeon Crawl Classics RPG. Dados de 3, 5, 7, 14, 16, 24 e 30 faces! Eu realmente gosto deles e adorei ter um jogo que me introduziu, novamente, a dados que eu não conhecia, como a primeira vez que joguei RPG. Mas eu não acho que eles sejam, realmente, os meus favoritos. Eu gosto bastante de usá-los, mas eu não tenho nenhum conjunto muito legal deles (o que está prestes a mudar).
Fiquei pensando muito tempo em qual conjunto escolher. A primeira ideia seria pegar um conjunto de dados de um jogo que usa dados especiais e diferentes. A primeira ideia, obviamente, foi escolher os dados loucões do Dungeon Crawl Classics RPG. Dados de 3, 5, 7, 14, 16, 24 e 30 faces! Eu realmente gosto deles e adorei ter um jogo que me introduziu, novamente, a dados que eu não conhecia, como a primeira vez que joguei RPG. Mas eu não acho que eles sejam, realmente, os meus favoritos. Eu gosto bastante de usá-los, mas eu não tenho nenhum conjunto muito legal deles (o que está prestes a mudar).
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Resenha - Tales from Wilderland - Aventuras nas Terras Ermas
As Terras Ermas experimentam um período de paz e prosperidade, fazendo com que os Povos Livres, separados por centenas de anos, voltassem a se comunicar e trocar promessas de alianças novamente. Homens, Elfos, Anões e até mesmo Hobbits podem ser encontrados em todas as comunidades livres do norte, sempre em mútua cooperação. Mas algo ou alguém não está satisfeito com isso e se prepara para projetar uma Sombra sobre os reinos de lá...
Tales from Wilderland foi o primeiro suplemento/conjunto de aventuras lançado para o The One Ring (o RPG "oficial" ambientado na Terra-Média de Tolkien), lançado em setembro de 2012. Trata-se de um conjunto de 7 aventuras independentes mas que podem ser jogadas em sequência formando uma campanha que começa bem no clima leve do Hobbit e vai se tornando mais sinistra e épica como a saga do Senhor dos Anéis. Além de aventuras, esse livro traz exemplos de novos "Hazards" para jornadas, novos "Undertakings" para serem usados na "Fellowship Phase", novas criaturas e bastante informação suplementar sobre a região das Terras Ermas, possivelmente servindo como inspiração para várias outras aventuras.
Tales from Wilderland foi o primeiro suplemento/conjunto de aventuras lançado para o The One Ring (o RPG "oficial" ambientado na Terra-Média de Tolkien), lançado em setembro de 2012. Trata-se de um conjunto de 7 aventuras independentes mas que podem ser jogadas em sequência formando uma campanha que começa bem no clima leve do Hobbit e vai se tornando mais sinistra e épica como a saga do Senhor dos Anéis. Além de aventuras, esse livro traz exemplos de novos "Hazards" para jornadas, novos "Undertakings" para serem usados na "Fellowship Phase", novas criaturas e bastante informação suplementar sobre a região das Terras Ermas, possivelmente servindo como inspiração para várias outras aventuras.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Resenha - The One Ring Roleplaying Game - Edição Revisada
É o ano de 2946 da Terceira Era e os Povos Livres do Norte se preparam para a grande celebração da Reunião dos Cinco Exércitos, comemorando a grande vitória deles sobre as forças da Escuridão cinco anos atrás. Dignatários de todos os povos das Terras Ermas se encontrarão na cidade de Vale e, segundo boatos, até mesmo os misteriosos Magos compareceram a essa grande festa. Parece que, finalmente, o norte pode respirar aliviado e olhar para um futuro promissor, ainda que alguns continuem achando que as Sombras estão voltando a se fechar sobre eles.
The One Ring é o atual RPG oficialmente ambientado na Terra-Média criada por J. R. R. Tolkien, publicado pela Cubicle 7 (e aqui no Brasil pela Devir) e escrito por Francesco Nepitello. Sua primeira edição saiu lá no final de 2011 (e fiz uma resenha dela aqui) mas há poucos dias saiu das forjas dos anões uma edição revisada e integrada em um único volume de capa dura chamada de The One Ring - Roleplaying Game.
Mas por que saiu essa nova edição? Bem, a primeira edição era dividida em 2 livros, o Livro do Aventureiro e o Livro do Mestre, com regras divididas entre os dois. As vezes metade das regras de um tipo de situação no jogo estavam em um livro e a outra metade no outro, tornando a consulta delas um tanto chata. Além disso, depois de quase 3 anos de jogo, uma pequena revisão das regras foi feita com base na experiência de jogadores do mundo todo e o sistema ficou bem mais coeso e lógico, no padrão dos jogos mais atuais (mecânicas unificadas e semelhantes em qualquer situação). Isso não era algo que me incomodava, mas tenho certeza que vai facilitar a vida de quem está aprendendo a jogar o RPG.
The One Ring é o atual RPG oficialmente ambientado na Terra-Média criada por J. R. R. Tolkien, publicado pela Cubicle 7 (e aqui no Brasil pela Devir) e escrito por Francesco Nepitello. Sua primeira edição saiu lá no final de 2011 (e fiz uma resenha dela aqui) mas há poucos dias saiu das forjas dos anões uma edição revisada e integrada em um único volume de capa dura chamada de The One Ring - Roleplaying Game.
Mas por que saiu essa nova edição? Bem, a primeira edição era dividida em 2 livros, o Livro do Aventureiro e o Livro do Mestre, com regras divididas entre os dois. As vezes metade das regras de um tipo de situação no jogo estavam em um livro e a outra metade no outro, tornando a consulta delas um tanto chata. Além disso, depois de quase 3 anos de jogo, uma pequena revisão das regras foi feita com base na experiência de jogadores do mundo todo e o sistema ficou bem mais coeso e lógico, no padrão dos jogos mais atuais (mecânicas unificadas e semelhantes em qualquer situação). Isso não era algo que me incomodava, mas tenho certeza que vai facilitar a vida de quem está aprendendo a jogar o RPG.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Resenha - Hobbit Tales - Card Game narrativo na Terra-Média
-Vamos, Fasto, conte logo aquela história sobre o viajante e troll faminto das montanhas!
-Calma, amigo. Eu preciso de umas cervejas e alguns anéis de fumaça para me lembrar dessa. Além disso, havia muito mais coisas nessa história além de um simples viajante e um troll!
-Claro, só porque você inventa coisas diferentes cada vez que você conta, as únicas constantes são o viajante e o troll.
-Pode ser, mas a história sempre fica divertida. É ou não é?
Hobbit Tales é um jogo de cartas narrativo em que os jogadores são hobbits sentados em uma mesa da Estalagem do Dragão Verde (Green Dragon Inn) contando histórias fantasiosas entre rodadas de cerveja e anéis de fumaça da melhor erva do Condado. Ele é produzido pela Cubicle 7, a mesma que produz o RPG The One Ring, e criado por Francesco Nepitello e Marco Maggi (que também trabalham na linha do The One Ring RPG). Além de um card game narrativo, o jogo traz mecânicas que podem integra-lo ao RPG da Terra-Média da mesma editora.
-Calma, amigo. Eu preciso de umas cervejas e alguns anéis de fumaça para me lembrar dessa. Além disso, havia muito mais coisas nessa história além de um simples viajante e um troll!
-Claro, só porque você inventa coisas diferentes cada vez que você conta, as únicas constantes são o viajante e o troll.
-Pode ser, mas a história sempre fica divertida. É ou não é?
Hobbit Tales é um jogo de cartas narrativo em que os jogadores são hobbits sentados em uma mesa da Estalagem do Dragão Verde (Green Dragon Inn) contando histórias fantasiosas entre rodadas de cerveja e anéis de fumaça da melhor erva do Condado. Ele é produzido pela Cubicle 7, a mesma que produz o RPG The One Ring, e criado por Francesco Nepitello e Marco Maggi (que também trabalham na linha do The One Ring RPG). Além de um card game narrativo, o jogo traz mecânicas que podem integra-lo ao RPG da Terra-Média da mesma editora.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
O que vem por aí para o The One Ring RPG!
The One Ring, ou "O Um Anel" como foi lançado aqui pela Devir, é o mais recente RPG oficialmente licenciado para o universo criado por Tolkien, a Terra-Média. Aliás, na minha opinião, é o melhor RPG já criado para essa ambientação e consegue reproduzir e ambientar histórias com o mesmo clima e emoção das criadas pelo mestre em uma mesa de jogo.
E o jogo é tão bom, mas tão bom, que me deixa irritado. Irritado porque ele já foi lançado há mais de 2 anos e só tem, até hoje, um suplemento, dois livros de aventuras, e uma divisória do mestre. Eu geralmente não sou muito fã de jogos cheios de suplementos, até porque eles tendem a tornar o jogo tão inflado e cheio de coisas que, a meu ver, estraga o trabalho inicial. Mas o sistema do The One Ring é tão amarradinho e abstrato que acho que não haverá esse problema, sem falar que os suplementos são mais informativos, com coisas de cenário e histórias, do que qualquer outra coisa.
E o jogo é tão bom, mas tão bom, que me deixa irritado. Irritado porque ele já foi lançado há mais de 2 anos e só tem, até hoje, um suplemento, dois livros de aventuras, e uma divisória do mestre. Eu geralmente não sou muito fã de jogos cheios de suplementos, até porque eles tendem a tornar o jogo tão inflado e cheio de coisas que, a meu ver, estraga o trabalho inicial. Mas o sistema do The One Ring é tão amarradinho e abstrato que acho que não haverá esse problema, sem falar que os suplementos são mais informativos, com coisas de cenário e histórias, do que qualquer outra coisa.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
The One Ring - Nova Cultura: Os Dunedain do Norte
Quem acompanha o blog desde o princípio, sabe que eu mestrei uma campanha bem cumprida, semanal, de The One Ring (O Um Anel), talvez sendo uma das primeiras campanhas desse RPG aqui pelo Brasil. Logo no começo do jogo, um amigo (que sempre quer fazer algo diferente) quis fazer um Dunedain, um Ranger do Norte. Assim sendo, lá fui eu criar regras e uma cultura nova para esse jogador.
Acabou que eu criei a cultura, fiz um PDF bonito dela, e coloquei aqui no blog para quem quisesse baixar. Como na época a Devir não tinha lançado o jogo por aqui, o material estava todo em inglês (que é o idioma dos livros que eu tenho desse RPG mesmo). A cultura foi toda feita com base no material dos livros do próprio Tolkien, inspirado principalmente no Aragorn e nos relatos dos feitos de outros Dunedain por contos perdidos por aí. O resultado final ficou bastante legal (modéstia a parte), é usado por uma porção de gente por aí, inclusive lá fora. Enquanto uma versão oficial não sai nos próximo suplementos do jogo, essa cultura via quebrando um galhão.
Acabou que eu criei a cultura, fiz um PDF bonito dela, e coloquei aqui no blog para quem quisesse baixar. Como na época a Devir não tinha lançado o jogo por aqui, o material estava todo em inglês (que é o idioma dos livros que eu tenho desse RPG mesmo). A cultura foi toda feita com base no material dos livros do próprio Tolkien, inspirado principalmente no Aragorn e nos relatos dos feitos de outros Dunedain por contos perdidos por aí. O resultado final ficou bastante legal (modéstia a parte), é usado por uma porção de gente por aí, inclusive lá fora. Enquanto uma versão oficial não sai nos próximo suplementos do jogo, essa cultura via quebrando um galhão.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
O Um Anel - Nova Cultura - Os Homens de Rohan
Já estive entre eles - disse Aragonrn - São voluntariosos e cheios de orgulho, mas têm o coração sincero; são generosos em pensamentos e ações; destemidos mas não cruéis; sábios mas incultos, não escrevendo nenhum livro, porém cantando muitas canções, a maneira dos filhos dos homens antes dos Anos Escuros.
Depois de muito tempo, estou voltando com outra postagem para o O Um Anel, ou The One Ring (como preferirem), o RPG da Cubicle 7, lançado aqui pela Devir, ambientado na Terra-Média do professor J. R. R. Tolkien, e na minha humilde opinião, o melhor jogo já feito para esse mundo fantástico. Para quem quiser conhecer um pouco mais do jogo, pode conferir essa resenha que eu fiz na época do lançamento da versão original (da Cubicle 7). Pelo blog ainda tem uma série de reportes de campanha e artigos sobre o jogo.
Depois de muito tempo, estou voltando com outra postagem para o O Um Anel, ou The One Ring (como preferirem), o RPG da Cubicle 7, lançado aqui pela Devir, ambientado na Terra-Média do professor J. R. R. Tolkien, e na minha humilde opinião, o melhor jogo já feito para esse mundo fantástico. Para quem quiser conhecer um pouco mais do jogo, pode conferir essa resenha que eu fiz na época do lançamento da versão original (da Cubicle 7). Pelo blog ainda tem uma série de reportes de campanha e artigos sobre o jogo.
sábado, 22 de junho de 2013
O Um Anel - Ficha de Personagem em Portfólio
Para quem não sabe, além de jogos da "Escola Velha", eu também gosto de outros RPGs, e uns até bem novos, como o "O Um Anel" (que eu chamo de The One Ring mesmo, já que conheci ele ainda sem nem previsão de lançamento por aqui). Inclusive, aqui no blog, há uma série de reportes de sessões de uma campanha que durou um ano, completinha, para quem quiser ler e tirar algumas ideias para aventuras.
Mas, além disso, eu andei desenvolvendo alguns materiais e utilidades para os "Loremasters" (como são chamados no O Um Anel da Devir?), e jogadores. Fiz uma adaptação dos Dúnedain, os Rangers do Norte, e publiquei aqui há algum tempo (que ainda tenho que traduzir para português, me desculpem), e fiz também uma ficha de personagem em formato portfólio (uma folha dobrada ao meio que se abre como um livro). Essa eu traduzi agora!
Mas, além disso, eu andei desenvolvendo alguns materiais e utilidades para os "Loremasters" (como são chamados no O Um Anel da Devir?), e jogadores. Fiz uma adaptação dos Dúnedain, os Rangers do Norte, e publiquei aqui há algum tempo (que ainda tenho que traduzir para português, me desculpem), e fiz também uma ficha de personagem em formato portfólio (uma folha dobrada ao meio que se abre como um livro). Essa eu traduzi agora!
domingo, 6 de janeiro de 2013
O Um Anel - Revisão de Regras pelo Autor
O Um Anel, ou The One Ring, como eu prefiro chamar, é o mais recente RPG oficialmente ambientado na Terra-Média do Professor Tolkien. Lançado a mais ou menos 18 meses lá fora e recém-chegado aqui no Brasil com a tradução da Devir, o jogo já passa por algumas mudanças e revisões. Até agora foram lançados dois outros títulos da linha. O livro de sete aventuras teoricamente independentes, mas que podem ser conectadas como uma campanha, "Tales from Wilderland" (que além de cenários trazem novas criaturas, novos desafios, hazards novos e descrições de novos locais nas Terras Ermas. E tivemos também a Loremaster Screen, que vem com um mini suplemento de Esgaroth, a Cidade do Lago. Nele, além de uma linda divisória do mestre com tudo que você precisa consultar para jogar, é apresentada uma nova cultura, os Homens do Lago, e é descrita em detalhes a nova Esgaroth.
Mas, falaremos com mais detalhes desses títulos e dos lançamentos da linha em 2013 mais profundamente em outra postagem. Essa aqui é para informar aos mestres e jogadores de algumas erratas e revisões das regras que já saíram para o jogo. Algumas delas eram fáceis de perceber, e eu já as usava da maneira correta na minha campanha que durou um ano (que você pode ler os reportes de sessão aqui), como aplicar a fadiga imediatamente após a falha no teste, ao invés de apenas no final da jornada. Mas outras são mais sutis mas que fazem bastante sentido, e mudam sensivelmente como as coisas são resolvidas.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Reporte Comentado - O Um Anel - O Resgate de Noel, o Vermelho
Neste último sábado, dia 15 de dezembro, eu mestrei no Saia da Masmorra uma mesa de The One Ring (O Um Anel) especial de natal. A ideia era fazer uma mesa bem descontraída, "lighthearted", como a história do "O Hobbit", e bastante divertida. Inicialmente, a intenção era colocar apenas hobbits na aventura, mas como não tive tempo de criar mais personagens hobbits, utilizei os mesmos personagens que utilizo nas "One-Shots" de The One Ring que mestro. Assim, tive que improvisar uma razão para todos aqueles anões, elfos, homens de dale e outros estarem no Condado, fazendo com que eles estivessem ali porque escoltaram um grupo de hobbits que visitara Dale em um grande festival de Verão.
A aventura se passou no inverno, próximo a 25 de dezembro. Os personagens, uma elfa erudita chamada Melenthia, um anão guerreiro chamado Morin, e um Hobbit aventureiro chamado Guido, estavam se preparando para partir e voltar para as Terras Ermas quando ecoou pelas colinas verdejantes do condado o som de uma corneta. Descrevi como aquilo era incomum no condado e como os Hobbits saiam de suas tocas assustados, reclamando do barulho e culpando os aventureiros pela confusão, já que aquilo não acontecia ali antes deles chegarem.
domingo, 25 de novembro de 2012
Pontos de Experiência no 2º Nível
Faz exatamente um ano que comecei esse blog para falar de uma das cosias que eu mais gosto: Roleplaying Games, os RPGs. Eu gosto de jogar RPGs, eu gosto de ler RPGs, eu gosto de falar sobre RPGs, eu gosto de produzir material para RPGs, e, agora, estou adorando fazer um RPG meu. Por isso eu criei esse blog pessoal, para falar sobre as minhas ideias, gostos, criações. É um blog, principalmente, voltado para mim mesmo, um pouco egoísta, eu sei, mas é verdade. Eu queria um lugar para deixar gravadas as ideias que eu tinha, para poder consultar depois. Um lugar para deixar registradas coisas das minhas mesas de jogo. Uma atividade para passar a tempo e me distrair.
Por sorte, assim como eu, outras pessoas compartilham essa paixão também, e acabaram conhecendo o blog e o visitando regularmente. Além disso eu acabei conhecendo diversos outros blogueiros desse universo brasileiro de RPGistas. Acho que posso até dizer que fiz amizades novas por meio desse blog, o que é muito bom e vai muito além do que eu espera alcançar com ele. Até trabalho para pequenas editoras e autores lá de fora eu consegui, de alguma forma, graças a esse pequeno blog que faço só por gosto.
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sábado, 15 de setembro de 2012
Crônicas da Terceira Era - Epílogo
Já era outono quando o peregrino cinzento, Gandalf, chegou a Erebor, acompanhado de Legolas, o príncipe do Reino da Floresta, filho de Thranduil, Beorning, do Vale do Anduin, e Elrond, de Rivendell. Eles vieram com notícias e com uma proposta de uma nova paz entre os Filhos de Durin e o Povo da Floresta. O mago voltara do norte há poucas semanas, trazendo a espada de Elmara e o Machado de Balared, encontrados nas ruínas do antigo forte de Demunkir, nas Montanhas Cinzentas. No entanto, nenhum sinal de Klandrin ou Mikayla foi achado.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Crônicas da Terceira Era - Herumor - Parte V
Eles não souberam, ao certo, quanto tempo dormiram, já que dentro daquele túnel estava sempre escuro. Poderia ter sido apenas algumas horas, ou mesmo um dia inteiro, já que estavam exaustos quando chegaram lá. Nenhum ruído podia ser ouvido quando acordaram. Quem quer que estivesse mexendo com os metais na noite quando chegaram lá já não estava mais ali. Considerando os riscos que correriam, o grupo decidiu que apenas Elmara e Balared sairiam de onde estavam para averiguar o aposento.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Se Aventurando no Dungeon Carioca de Agosto
Esse domingo passado, dia 26 de agosto, aconteceu mais um encontro do pessoal do Dungeon Carioca, aqui na Barra de Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que fui no encontro lá, embora já tenha ido ao local, na época em que o Luciano Dodaro, Dock e o Gabriel estavam planejando o encontro.
O local é super legal. É em uma parte aberta do Centro Empresarial Ion, com várias mesas de madeira firmes (embora seja necessário colocar algo sobre elas para rolar os dados, já que elas possuem várias aberturas devido ao "design" delas), cadeiras de madeira que não são bambas, toldos cobrindo o local (para dar uma sombrinha contra o sol carioca) e bastante espaço (o que é ótimo, pois o barulho de cada mesa não atrapalha as outras). Para completar, uma lojinha, o Café & Notícias, fica aberta o domingo do encontro inteiro, permitindo os jogadores comprarem comes e bebes, usar o banheiro e essas coisas.
Crônicas da Terceira Era - Herumor - Parte IV
Grandes paredes de pedra escura os flanqueavam enquanto seguiam por aquele caminho traiçoeiro, cheio de pedras soltas e escorregadio devido a chuva de granizo. O cansaço da jornada começava a pesar sobre o ombro de Klandrin, Elmara, Balared e Mikayla, e eles decidiram que era hora de encontrar um abrigo para noite. Depois de descerem por alguns desfiladeiros, o grupo avistou uma enorme boa de caverna, como se um grande monstro estivesse com a boca aberta, de onde um cheiro de umidade e mofo saiam.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Crônicas da Terceira Era - Herumor - Parte III
Com a informação limitada que obtiveram nos antigos registros dos elfos de Mirkwood, a companhia optou por ir até à Montanha Solitária e tentar ter acesso aos arquivos do povo de Durin. Sem dúvida os anões teriam registros de suas fortalezas nas Montanhas Cinzentas. Por isso, depois da chegada de Elmara, os aventureiros passaram poucos dias nas terras de Thranduil e partiram para leste, rumo ao reino dos anões.
A viajem até lá durou apenas quatro dias, passando pelo nordeste da floresta. Essa região, que outrora fora conhecida como a Desolação de Smaug, estava completamente recuperada. Terras cinzas, sem árvores e com cheiro de cinzas agora eram belo campos verdes, com flores e animais silvestres. Mas ao invés de pensarem o quanto os Povos Livres do Norte tinham conquistado nesses quase dez anos após a morte do Dragão, os heróis só conseguiam enxergar o que estava em risco de ser perdido, caso falhassem em sua missão de destruir os artefatos de Angmar.
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