quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Se Aventurando no Dungeon Carioca de Agosto

Esse domingo passado, dia 26 de agosto, aconteceu mais um encontro do pessoal do Dungeon Carioca, aqui na Barra de Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que fui no encontro lá, embora já tenha ido ao local, na época em que o Luciano Dodaro, Dock e o Gabriel estavam planejando o encontro.

O local é super legal. É em uma parte aberta do Centro Empresarial Ion, com várias mesas de madeira firmes (embora seja necessário colocar algo sobre elas para rolar os dados, já que elas possuem várias aberturas devido ao "design" delas), cadeiras de madeira que não são bambas, toldos cobrindo o local (para dar uma sombrinha contra o sol carioca) e bastante espaço (o que é ótimo, pois o barulho de cada mesa não atrapalha as outras). Para completar, uma lojinha, o Café & Notícias, fica aberta o domingo do encontro inteiro, permitindo os jogadores comprarem comes e bebes, usar o banheiro e essas coisas.

Eu fui para o evento para mestrar uma mesa de "O Um Anel", o RPG que a Devir está traduzindo da Cubicle 7 (The One Ring). Durante alguns dias das últimas semanas, eu fiz umas propagandas e chamadas por aí para atrair alguns jogadores. Quando cheguei no local, uma galera já estava por lá e várias mesas já estavam ocupadas e acabei pegando uma mais isolada, para ficar longe do barulho de outras mesas. Coloquei meu box do The One Ring sobre ela e estendi os mapas, fichas e acessórios do jogo para que as pessoas vissem.

Apesar da recepção que tive na internet, de pessoas dizendo que queriam jogar e tal, demorou bastante para conseguir começar o jogo. Várias pessoas passaram para ver do que se tratava, dar uma olhadinha no material, mas quem ficou para jogar mesmo foram três amigos que eu já conhecia fora do encontro, dois deles, inclusive, já tinham jogado ao menos uma vez o The One Ring (um deles joga a minha campanha).

Como um dos objetivos era mostrar o material que a Devir disponibilizou também, jogamos com os personagens prontos e a aventura "O Sino do Pântano". Basicamente, a história se passa quase cinco anos após a Batalha dos Cinco Exércitos na Montanha Solitária. Os anões de Erebor decidem enviar um convite ao Lorde das Águias, nas Montanhas das Névoas, convidando-o para as festividades vindouras, da Reunião  dos Cinco Exércitos, mas seus mensageiros desaparecem quando tentavam atravessar a Floresta das Trevas. Os personagens dos jogadores então se encarregam de encontrar esses mensageiros, que não são ninguém se não Balin e Óin. A jornada os leva rio abaixo, para o Pântano Cumprido, um lugar escuro, sombrio e corrompido pelas sombras. Não vou dar muito mais detalhes para não estragar a aventura para quem um dia a jogar. Mas tem um pouco de tudo, interpretação, exploração, combate, ação. Os jogadores se divertiram e agora estão me culpando por estarem tentados a comprar o jogo que a Devir vai lançar, o que é muito bom!

Embora esperasse mais jogadores o saldo do encontro foi positivo, finalmente encontrei o Dock, conversei com uma galera legal e joguei uma partidinha de RPG com amigos. Se tivesse que reclamar de alguma coisa,  seria a falta de educação e bom senso de uma minoria de pessoas que estavam se achando superiores aos outros por que jogam algum sistema específico. Teve um cidadão que foi até a mesa de um amigo só para falar que o sistema tal (que estava sendo jogado) era uma merda e virar as costas. Sério, para que isso? E quem é a criatura para dizer o que é bom e o que é ruim? Ele pode ter a preferencia dele, mas sair por aí distribuindo julgamentos para quem nem sequer perguntou a opinião... Por favor. Sorte que eu não estava na hora, não ia conseguir ficar calado.

Enfim, no próximo levarei o Fiasco para ver se alguém se anima para jogar algo mais narrativo!

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