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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Dilema de Alinhamentos - Eliminando o Mal pela Raiz

Os 9 alinhamentos e suas confusões...
Como devem saber alguns de vocês, voltei a jogar AD&D 2ª edição, e o AD&D tem algo que outros RPGs Old School que costumo jogar não possuem, nove alinhamentos. E isso, meus amigos, sempre leva a alguma discussão sobre se "tal ato" condiz com "tal" alinhamento ou não. É claro que não poderíamos deixar de ter algo assim no nosso jogo.

A situação foi a seguinte. No nosso mundo, no nosso tempo (sim, tenho que falar de tempo porque a coisa toda envolve viagem temporal), tínhamos sido contratados para encontrar um tal garoto "escolhido" que iria trazer equilíbrio pro mundo enfrentando um necromante lá (tínhamos que achar o Anakin antes que o Palpatine encontrasse ele, resumidamente). Acontece que chegamos tarde demais e o Anakin virou Darth Vader, quer dizer, o escolhido se corrompeu e o mundo virou uma merda caótica, escura e tal. Só que aconteceu uma coisa, nós acordamos, algum tempo depois (depois ou antes?), no passado, quando o garoto ainda estava para nascer.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Jogando AD&D novamente - Parte I

O grupo com que jogo semanalmente (para o qual estou mestrando a campanha de DCC RPG) agora está revezando mestres, para que os jogadores experimentem jogos e estilos de jogo diferentes. Esta última terça-feira rolou a primeira sessão da mesa de AD&D que o +Eduardo Felipe vai mestrar e, com isso, tive a oportunidade de jogar AD&D 2ª edição novamente, depois de um longo intervalo.

Começamos, é claro, pela criação dos personagens. O mestre permitiu dois métodos para geração dos atributos: rolar 3d6 em ordem, seis vezes, para cada um dos 6 atributos, sem poder trocar os valores; ou rolar 3d6 seis vezes, anotar os valores, e assinalá-los como desejarmos. Bem, como eu não tinha muita ideia do que fazer mesmo e gosto do conceito old school de deixar os dados decidirem o destino e lidar com o que quer que jogam contra você, usei o primeiro método mesmo. O resultado, como esperado, foi um personagem bem mediano, com quase todos os atributos em torno de 10 a 12, Destreza 14 e Inteligência 7. Apesar disso, ele não tem nem bônus nem penalidades em nada. Então, tudo bem, ele está bem de acordo com o conceito que os aventureiros são praticamente pessoas comuns, com a diferença de terem a coragem de partir em busca de aventuras.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O RPG mais assustador que já joguei - #RPGaDay

Sim, quase dois meses depois eu ainda estou terminando minhas postagens do #RPGaDay! Hoje é dia de falar sobre RPGs assustadores, aqueles que te causam um desconforto jogando, em que você teme tanto pelo seu personagem que fica ansioso, receoso e praticamente quer levantar e ir embora mas é um tipo de sensação tão legal que você fica preso à mesa!

Existem muitos RPGs de horror por aí, projetados para instigar essas sensações, inclusive com mecânicas que reforçam as sensações de medo, terror e horror nos personagens. Call of Cthulhu talvez seja o mais famoso, mas confesso que não o conheço tanto. Joguei poucas vezes, meus personagens, invariavelmente, morreram ou ficaram loucos mas eu nunca me senti ansioso ou com medo. Era algo que eu já esperava e era traduzido mecanicamente no jogo com a Sanidade se esvaindo. Talvez por isso eu não tenha internalizado tanto o sentimento.

sábado, 27 de setembro de 2014

O RPG mais complexo que tenho - #RPGaDay

Eu não sei quanto a vocês, mas hoje eu dia eu fujo como eu puder dos RPGs mais complexos e cheios de regras para cada coisinha. Uma das primeiras coisas que eu faço quando estou conhecendo um novo jogo é olhar para a ficha do personagem. Se ela tiver mais que duas páginas eu já me sinto incomodado. Além disso, se tiver muito espaço para estatísticas, perícias, talentos e uma porção de outras coisas eu deixo o livro ali e saio de fininho.

Mas nem sempre foi assim. O nosso hobby começou com jogos muito simples. O D&D Original, por exemplo, tem pouquíssimas estatísticas. Com o passar do tempo, os criadores de jogos foram querendo fazer as coisas de maneiras diferentes e foram criando sistemas bastante detalhados. E eu, admito, também. Nós somos curiosos, naturalmente, e eu quis jogar jogos mais complexos, mais avançados e não esses "joguinhos de criança". Foi assim que joguei AD&D (porque só D&D era pouco) e GURPS (que você define na ficha até se o seu personagem tem hábito de tirar meleca do nariz).

sábado, 23 de agosto de 2014

Um RPG Antigo que eu ainda Jogo - #RPGaDay

Fala, galera! Desculpem pelo sumiço. Estou viajando e arrumar tempo para parar e escrever algo é realmente um desafio. Passei uns 4 dias na GENCON em Indianápolis e agora estou passeando em Nova Iorque. Nem conto pra vocês a quantidade de "loot" RPGístico estou trazendo comigo. Mas deixo isso para outra postagem.

Tentando tirar o atraso, venho hoje falar sobre um RPG das antigas, bem velhinho que eu ainda jogo. Aliás, joguei ele na GENCON, inclusive, com um DM muito legal e uma mesa com mais 7 pessoas, inclusive o amigão +Gabriel Perez Gallardi. O jogo é o Advanced Dungeons & Dragons 1st Edition, escrito por Gary Gygax e publicado a partir de 1979. Na minha opinião, uma das melhores versões de D&D já feitas. O texto escrito por Gygax é fantástico e bastante inspirador.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Minha Ficção baseado em Jogo Favorita - #RPGaDay

Continuando um dia atrasado (Dia dos Pais, preparativos para viagem), venho hoje falar sobre o 10º tema do Blogfest #RGPaDay criado pelo blog AutoCratik! Qual é a minha história de ficção favorita baseada em RPG? Bem, isso é um tanto difícil, já que eu quase nunca leio ficções baseadas em jogos, preferindo ler as histórias que serviram como base para os mesmos, como os livros do Appendix N.

A minha primeira reação ao tema foi a de falar que a minha ficção favorita baseada em jogos são as próprias aventuras que a gente joga. Eu ia citar as "Crônicas da Terceira Era" que eu escrevi baseadas na campanha de The One Ring que eu mestrei semanalmente por um ano. Foi uma das minhas campanhas favoritas mas, cá entre nós, eu não sou um grande escritos. Sendo assim, eu tentei me esforçar para tentar lembrar de algum livro que eu tenha lido baseado (diretamente) em algum RPG.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Os dados podem te matar: Por que o AD&D 1ª Edição é Rei (Tradução Livre)

Há alguns dias eu li um artigo fantástico sobre a experiência de um jogador com a primeira edição de AD&D, que é, praticamente, um tratado sobre o D&D por um dos seus autores original, Gary Gygax. Eu não cheguei a jogar essa edição à época, mas a redescobri poucos anos atrás e me encantei por ela também, especialmente pela forma com que a "prosa gygaxiana" a apresenta e mostra como ele conduzia seu jogo (um verdadeiro tratado sobre o estilo Old School de RPG). O artigo me emocionou bastante e achei importante traduzi-lo para que mais pessoas possam lê-lo. Está é uma tradução livre e o artigo original pode ser encontrado aqui.

Eu lembro da primeira vez que joguei a primeira edição de AD&D com um bom Dungeon Master. Todos os episódios anteriores apresentavam minhas próprias aventuras mau planejadas em alguma cópia mau disfarçada de Senhor dos Anéis ou algum "Vamos matar todos vocês com armadilhas de poço no Tomb of Horrors" de algum amigo. Que droga, né? Nós tínhamos 14 anos e não conhecíamos algo melhor.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Pela CA Decrescente!

Se tem uma coisa que algumas pessoas reclamam nas edições antigas, mesmo quando curtem esse estilo de jogo mais Old School é a matemática inerente ao jogo que não é tão facilitada como nas edições mais "modernas" do mesmo. Ao invés de sempre ter que rolar o dado e esperar por um resultado alto no d20, ou sonhar com uma CA 58, algumas jogadas você precisava de números baixos, outras de números altos, e a CA era melhor quanto mais baixa fosse. E eu adoro isso.

E uma das coisas que eu mais gosto é a CA decrescente. Para algumas pessoas ela pode parecer mais complicada ou confusa, mas para mim ela faz muito sentido e é muito mais funcional e informativa que a AC crescente e ilimitada das edições recentes, e eu vou dizer porque eu acho isso. Aliás, se não fosse por insistência do +Felipe PEP o Bruxos & Bárbaros usaria uma CA decrescente de forma padrão, mas como tem muita gente chorona e preguiçosa para cálculos aritméticos simples, isso será apenas uma regra alternativa.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

As Diversas Eras de Dungeons & Dragons - Uma Visão Pessoal


D&D em seus 40 anos passou por diversas fases e momentos, e como tudo na vida, alguns desses momentos foram mais felizes que outros. É claro que quais desses momentos são vistos como felizes ou decadentes vai depender do espectador e de suas próprias experiências, mas como isso aqui é um blog pessoal, com opiniões pessoais de um jogador de D&D que ama as origens do jogo e se decepcionou bastante com os rumos do mesmo nos últimos 15 anos.

Ou seja, nessa postagem eu irei dividir a história do D&D em eras históricas, assim como outros blogueiros fizeram e tentarei explicar um pouco do porquê dessa divisão e classificação. Essa é meramente uma postagem de opinião pessoal, guiada por gosto e experiência de ter jogado e pesquisado o jogo em suas diversas edições e não reflete uma verdade ou classificação científica/histórica amplamente aceita e difundida. É mais uma brincadeira do que qualquer outra coisa, e serve como referência para as minhas inspirações.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Uma Breve Explicação sobre as Diversas Versões de D&D

O Dungeons & Dragons fez 40 anos há poucos dias e está para sair, pela Wizards of the Coast, mais uma edição dele, chamada de D&D Next ou D&D 5ª Edição. Mas vocês sabiam que, na verdade, essa será a 12ª versão do jogo já lançada? Desde o seu lançamento original em 1974 o Dungeons & Dragons passou por diversas encarnações, mudanças, e reformulações mudando bastante de cara e confundindo muita gente sobre qual versão é qual.

Aqui no Brasil, então, que não presenciou o lançamento de todas as edições essa confusão é ainda mais comum. Algumas pessoas acham que a versão original do D&D era aquela caixa preta da Grow; ou que não existiu AD&D 1ª Edição, como se a 1ª Edição fosse a caixa da Grow e a 2ª versão do jogo fosse o AD&D 2ª Edição. Com o lançamento daquela Caixa Básica vermelha do D&D 4ª Edição usando a mesma capa do D&D Basic do Mentzer as coisas pioraram mais ainda. Pensando nisso, resolvi fazer uma postagem rápida e resumida das diversas versões do D&D até então, a fim de ajudar as pessoas a identificar e conhecer a história do, possivelmente, mais importante RPG do mundo.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Minha história com o D&D

Esse ano, e mais especificamente agora em Janeiro, o Dungeons & Dragons, o primeiro RPG publicado da história, faz 40 anos de existência (embora ele tenha passado por tantas mudanças desde sua origem). Por todos os lugares, blogs e sites estão fazendo as suas homenagens, e até estão começando uma campanha para que cada um tire uma foto com seu dado favorito no dia 26 de janeiro. Aqui para o blog, em uma forma de homenagem e reflexão pessoal, eu decidi que iria recontar a minha história com esse jogo fantástico, desde quando eu comecei a jogar RPG, até hoje.

Era em 1993 quando eu joguei Dungeons & Dragons pela primeira vez (demorou um pouco até eu fazer as contas, mas fui vendo por ano escolar, e em 1994 eu já joguei até GURPS). Ele não foi o primeiro RPG propriamente dito que eu joguei. Em 1993 mesmo uns amigos do prédio em que morava com meus pais me apresentaram um fabuloso Tagmar porque viram que eu gostava daqueles livrinhos de Aventuras Fantásticas (aqueles que mandavam a gente ir para entradas diferentes conforme decidíamos o que fazer na história). Depois de jogar esse RPG Nacional, e ouvir falar que ele era uma "cópia do D&D" (o que não é verdade), eu pedi para meus pais comprarem esse tal de Dungeons & Dragons e em pouco tempo eu tinha em minhas mãos aquela caixa preta com o dragão vermelho da Grow nas minhas mãos.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Quanto de RPG eu compro com um P$4!

Ontem aconteceu um maior "fuzoê" na internet por causa do anuncio da SONY dizendo que o Playstation 4 chegaria às terra tupiniquins por R$ 4.000,00. A justificativa da companhia, para variar, são os "altos tributos" no Brasil (eu não vou discutir isso aqui, mas só digo que é balela, os tributos não justificam esse preço abusivo). Bem, eu, particularmente, não liguei tanto (a não ser pela desculpa esfarrapada da empresa), até porque não jogo videogames há um bom tempo (tenho uns joguinhos Indies no computador que jogo uma vez a cada mês, mais ou menos). Mas tudo isso me fez parar para pensar em uma coisa.

O que iria comprar em termos de RPG com o valor do Playstation 4? Dá para fazer até uma brincadeira entre a galera do RPG por aqui. Imaginemos que cada um tem, por alguma razão, 4 mil reais para gastar com RPGs, sejam importados ou não. O que vocês comprariam? Parando para pensar e levando em consideração o que eu já tenho por aqui, decidi fazer uma pequena lista de livros e produtos. Não estou contando o preço do frete, pois seria difícil de calcular o frete para tudo. Então, sei lá, digamos que mil reais seja só de frete, os outros 3 mil eu vou gastar com o que eu quiser. O que será que eu vou escolher?

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Entre Blackmoor e Mystara - Cenário para D&D

Outro dia, conversando com o Rafael Beltrame, do Módulos RPG, sobre resenhas de produtos das edições antigas de D&D, da época da TSR e tal, sugeri a ele uma resenha de Blackmoor, o primeiro cenário de fantasia para RPGs, ou melhor, o primeiro cenário de RPG já feito. A ideia era interessante, mas o acesso a informações sobre esse cenário, pelo menos para nós brasileiros não é fácil. A TSR em si não manteve esse cenário por muito tempo, sendo que a Judge's Guild que publicou ele originalmente em 1977, apesar do cenário existir desde 1971.

Blackmoor é um cenário de fantasia científica, pois o mundo alcançou um nível tecnológico bem acima dos cenários padrões de fantasia. Ou seja, magos com rifles laser! Só que algo que nem todo mundo sabe, o cenário popularmente conhecido como Mystara, o Mundo Conhecido, é na verdade o futuro de Blackmoor, depois de grandes cataclismas, cerca de 4000 anos depois, quando o mundo sofreu tantas transformações que quase ninguém se lembra do passado glorioso e suas maravilhas. Mas e quanto a esse grande período de tempo entre os dois cenários? O que aconteceu durante esse período?

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O Ídolo do AD&D 1ª Edição - Curiosidades

Lá estava eu, outro dia, mexendo na página do Pontos de Experiência no Facebook quando recebo uma mensagem do Vinícius Alvim perguntando sobre o "Demon Idol" da capa do Livro do Jogador do AD&D 1ª Edição (ilustrada por David Trampier). Ele queria saber sobre a origem da estátua, e se ela aparecia em algum módulo (aventura) publicado.

Apesar de ser um apaixonado pro jogos Old School, principalmente as primeiras versões de D&D, seus retro-clones, e jogos inspirados nele e nos livros do Apêndice N, confesso que sou apenas um iniciado, um acólito, nesse mundo tão vasto e de conhecimentos tão profundos. Eu nasci em 1984, comecei a jogar em 1995, e só descobri, realmente, minha fascinação pelos jogos mais antigos há alguns anos. Sendo assim, para mim, AD&D 1ª edição é tão novidade como outro jogo lançado a pouco mais de dois anos. Então tive que pesquisar por aí, fazer perguntas, ler fóruns, mas no final consegui coletar algumas informações interessantes e algumas curiosidades.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Porque rolar 3d6 para Atributos é Legal

Para começar, esse não é uma postagem para falar que rolar 3d6 para atributos de jogos estilo D&D é melhor do que outros métodos. É uma postagem para falar de porque eu gosto de determinar os atributos assim. Só isso. A afirmação de uma coisa não quer dizer a negação da outra. Acredito que muitos jogadores mais acostumados com as edições recentes do jogo de fantasia mais jogado do mundo tiveram poucas oportunidades para criar personagens com essa metodologia e por isso podem não estar muito familiarizados com ela e o que ela pode trazer para o jogo.

É importante notar que o método de determinar atributos usando 3d6 funciona melhor em edições mais antigas de D&D do que as recentes, mas isso não impede de usarmos ele, mesmo assim, nas novas versões. Essa experiência pode servir para mostrar ainda mais claramente a mudança de alguns paradigmas e para criar um jogo totalmente diferente do que estamos acostumados atualmente. Isso se deve, principalmente, a como o sistema espera que os personagens seja construídos e como ele lida com o equilíbrio mecânico e desafios dentro do jogo. As edições antigas de D&D tinham certos limites mecânicos de número e modificadores e não tinha um sistema de equilíbrio com "challenge ratings" e outras coisas que ditavam o quanto um personagem deveria ser capaz de enfrentar por nível, isso dava um espaço um pouco maior para personagens não "otimizados". Mas enfim, vamos lá.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Um Ótimo Retrato de D&D na TV - Freaks & Geeks

Sem dúvida, já houve diversas representações e aparições de RPGs, especialmente D&D, em filmes, séries de TV e outros programas. Algumas mostrando o jogo como apenas uma curiosidade ou piada. Outras mostrando um relato distorcido e prejudicial do nosso passatempo favorito. Mas ocasionalmente aparecem algumas produções que retratam o jogo de forma muito boa e até engrandecedora.

No caso, um dos retratos mais legais que eu já tive a oportunidade de ver nas telinhas apareceu no último episódio da série "Freaks & Geeks". Essa série se passa em uma escola nos anos 80 e mostra o dia a dia de adolescentes, seus problemas, romances, e tribos (nerds, atletas, populares, encrenqueiros, punks). Um dos personagens principais é o Sam, um típico nerd (como muitos de nós). Baixinho, franzino, apaixonado por uma "cheerleader" (que é uma menina superfícial), ele joga D&D com seus amigos, mas, neste episódio especificamente, estava pensando em parar de jogar, porque estava cansado de ser chamado de "geek".

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Jogar RPG faz Bem!

Aquela postagem que fiz aqui há alguns dias, a da homenagem a uma mãe de um jogador de D&D, me fez parar para pensar em muitas coisas, entre elas, o quão seria bom se as pessoas soubessem os benefícios que podem ser proporcionados às pessoas que jogam esses jogos. Os RPGs são sim, jogos, mas são muito mais do que isso. Os jogadores não se encontram apenas para rolar dados e ver quem tira o maior número, há muito mais além disso. Ele envolve literatura, criatividade, matemática, história, atividades sociais, raciocínio e outras coisas.

Então, por desencargo de consciência, e para tentar organizar meus pensamentos, resolvi fazer essa postagem com, pelo menos, sete coisas boas que o RPG trás para mesa. Não as organizei em nenhuma forma hierárquica ou em ordem em que elas aparecem em uma sessão de jogo, mas sim a maneira que fui me lembrando delas. Dessa forma, os benefícios que, acredito, são trazidos pelos jogos de RPG a seus jogadores são os seguintes:

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Um Tributo à Mãe de um Jogador de D&D


A postagem de hoje não trás acessórios, dicas, técnicas, nem uma resenha de um livro de RPG. Ela é sobre uma homenagem feita por um jogador de RPG à sua falecida mãe, que conseguiu ver além do preconceito típico, percebendo que o RPG era algo bom e até indicado para jovens. Eu fiquei sabendo desse relato por meio de uma postagem no grupo "Fale RPG" do Facebook, pelo usuário "Xman Savassi", e achei super importante compartilhá-la para o maior número de pessoas possível. Confesso que me emocionei ao ler a passagem. Ela nos faz pensar em muitas coisas, sobre nossos pais, sobre o nosso hobby, sobre o que aprendemos, sobre como faremos com nossos filhos...

Enfim, abaixo reproduzirei a passagem (uma tradução livre, feita por mim). Quem quiser conferir o relato original, em inglês, pode visitar este link.

sábado, 1 de setembro de 2012

Resenha - Astonishing Swordmen & Sorcerers of Hyperborea - Espada, Magia e Fantasia Estranha!

As duas luas de Hyperborea brilhavam cheias no céu estrelado, banhando aquelas colinas sobre os Charcos de Lug. As ruínas da antiga cidade de Ghardium estavam espalhadas para todos os lados. Colunas solitárias saiam das poças d'água, paredes partidas jaziam entre pedras, cobertas de musgo, algas e sujeira. Sobre uma grande elevação, no centro de um pequeno lago, jazia uma grande coluna de pedra, ornamentada com runas em padrões estranhos, circulares, alienígenas, estava intacta. Os aventureiros não sabia o porquê, mas algo os atraia para aquele local.

Até que, de repente, quando as duas luas se encontravam no auge de sua trajetória, um faixo de luz iluminou perfeitamente o arco, e eles viram algo que não estava lá antes. A imagem de um corredor, trêmula, translúcida, aparecia entre o portal. Um corredor de pedras escuras de mármore, com inscrições parecidas com aquelas que ele viam no arco. Fascinado, Nazoran, o feiticeiro, adentrou o portal e desapareceu. O resto do grupo, sem saber o que fazer, não teve outra opção, se não seguir o estranho conjurador. O que será que encontrariam naquela mundo onde entrariam?

domingo, 19 de agosto de 2012

AD&D 1ª Edição - As Reimpressões Especiais

Para quem não sabe, a Wizards of the Coast lançou recentemente uma edição especial e limitada de reimpressões dos três livros básicos do Advanced Dungeons & Dragona 1ª Edição, escrito pelo próprio Gary Gygax, um dos criadores do D&D original.

Esses livros são replicas fieis dos livros lançados lá na década de setenta, com o mesmo texto e as mesmas imagens dos livros originais, mas em acabamento de luxo. As capas são duras e reforçadas, imitando couro, com alto relevo e detalhes lembrando as capas originais. Os livros vem com marcadores de página em tecido colorido e as laterais das páginas em dourado (como em Bíblias). As páginas são em couché de gramatura mediana, semi-brilhante, bem acabado. Enfim, os livros são uma belezura. Praticamente um "Must Have" para qualquer RPGista, já que representa a história do jogo, uma das versões mais amadas do RPG mais consagrado de todos os tempos e foi super bem produzido.