Sim, quase dois meses depois eu ainda estou terminando minhas postagens do #RPGaDay! Hoje é dia de falar sobre RPGs assustadores, aqueles que te causam um desconforto jogando, em que você teme tanto pelo seu personagem que fica ansioso, receoso e praticamente quer levantar e ir embora mas é um tipo de sensação tão legal que você fica preso à mesa!
Existem muitos RPGs de horror por aí, projetados para instigar essas sensações, inclusive com mecânicas que reforçam as sensações de medo, terror e horror nos personagens. Call of Cthulhu talvez seja o mais famoso, mas confesso que não o conheço tanto. Joguei poucas vezes, meus personagens, invariavelmente, morreram ou ficaram loucos mas eu nunca me senti ansioso ou com medo. Era algo que eu já esperava e era traduzido mecanicamente no jogo com a Sanidade se esvaindo. Talvez por isso eu não tenha internalizado tanto o sentimento.
Mostrando postagens com marcador 1st Edition. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1st Edition. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Os dados podem te matar: Por que o AD&D 1ª Edição é Rei (Tradução Livre)
Há alguns dias eu li um artigo fantástico sobre a experiência de um jogador com a primeira edição de AD&D, que é, praticamente, um tratado sobre o D&D por um dos seus autores original, Gary Gygax. Eu não cheguei a jogar essa edição à época, mas a redescobri poucos anos atrás e me encantei por ela também, especialmente pela forma com que a "prosa gygaxiana" a apresenta e mostra como ele conduzia seu jogo (um verdadeiro tratado sobre o estilo Old School de RPG). O artigo me emocionou bastante e achei importante traduzi-lo para que mais pessoas possam lê-lo. Está é uma tradução livre e o artigo original pode ser encontrado aqui.
Eu lembro da primeira vez que joguei a primeira edição de AD&D com um bom Dungeon Master. Todos os episódios anteriores apresentavam minhas próprias aventuras mau planejadas em alguma cópia mau disfarçada de Senhor dos Anéis ou algum "Vamos matar todos vocês com armadilhas de poço no Tomb of Horrors" de algum amigo. Que droga, né? Nós tínhamos 14 anos e não conhecíamos algo melhor.
Eu lembro da primeira vez que joguei a primeira edição de AD&D com um bom Dungeon Master. Todos os episódios anteriores apresentavam minhas próprias aventuras mau planejadas em alguma cópia mau disfarçada de Senhor dos Anéis ou algum "Vamos matar todos vocês com armadilhas de poço no Tomb of Horrors" de algum amigo. Que droga, né? Nós tínhamos 14 anos e não conhecíamos algo melhor.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
As Diversas Eras de Dungeons & Dragons - Uma Visão Pessoal
D&D em seus 40 anos passou por diversas fases e momentos, e como tudo na vida, alguns desses momentos foram mais felizes que outros. É claro que quais desses momentos são vistos como felizes ou decadentes vai depender do espectador e de suas próprias experiências, mas como isso aqui é um blog pessoal, com opiniões pessoais de um jogador de D&D que ama as origens do jogo e se decepcionou bastante com os rumos do mesmo nos últimos 15 anos.
Ou seja, nessa postagem eu irei dividir a história do D&D em eras históricas, assim como outros blogueiros fizeram e tentarei explicar um pouco do porquê dessa divisão e classificação. Essa é meramente uma postagem de opinião pessoal, guiada por gosto e experiência de ter jogado e pesquisado o jogo em suas diversas edições e não reflete uma verdade ou classificação científica/histórica amplamente aceita e difundida. É mais uma brincadeira do que qualquer outra coisa, e serve como referência para as minhas inspirações.
Marcadores:
1st Edition,
4e,
ADnD,
Advanced Dungeons and Dragons,
Basic,
BECMI,
DnD,
DnDNext,
Dungeons and Dragons,
História,
Next,
ODnD,
Original Dungeons and Dragons,
RPG
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Uma Breve Explicação sobre as Diversas Versões de D&D
O Dungeons & Dragons fez 40 anos há poucos dias e está para sair, pela Wizards of the Coast, mais uma edição dele, chamada de D&D Next ou D&D 5ª Edição. Mas vocês sabiam que, na verdade, essa será a 12ª versão do jogo já lançada? Desde o seu lançamento original em 1974 o Dungeons & Dragons passou por diversas encarnações, mudanças, e reformulações mudando bastante de cara e confundindo muita gente sobre qual versão é qual.
Aqui no Brasil, então, que não presenciou o lançamento de todas as edições essa confusão é ainda mais comum. Algumas pessoas acham que a versão original do D&D era aquela caixa preta da Grow; ou que não existiu AD&D 1ª Edição, como se a 1ª Edição fosse a caixa da Grow e a 2ª versão do jogo fosse o AD&D 2ª Edição. Com o lançamento daquela Caixa Básica vermelha do D&D 4ª Edição usando a mesma capa do D&D Basic do Mentzer as coisas pioraram mais ainda. Pensando nisso, resolvi fazer uma postagem rápida e resumida das diversas versões do D&D até então, a fim de ajudar as pessoas a identificar e conhecer a história do, possivelmente, mais importante RPG do mundo.
Aqui no Brasil, então, que não presenciou o lançamento de todas as edições essa confusão é ainda mais comum. Algumas pessoas acham que a versão original do D&D era aquela caixa preta da Grow; ou que não existiu AD&D 1ª Edição, como se a 1ª Edição fosse a caixa da Grow e a 2ª versão do jogo fosse o AD&D 2ª Edição. Com o lançamento daquela Caixa Básica vermelha do D&D 4ª Edição usando a mesma capa do D&D Basic do Mentzer as coisas pioraram mais ainda. Pensando nisso, resolvi fazer uma postagem rápida e resumida das diversas versões do D&D até então, a fim de ajudar as pessoas a identificar e conhecer a história do, possivelmente, mais importante RPG do mundo.
Marcadores:
1st Edition,
4e,
ADnD,
Advanced Dungeons and Dragons,
Basic,
BECMI,
DnD,
DnDNext,
Dungeons and Dragons,
História,
Next,
ODnD,
Original Dungeons and Dragons,
RPG
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Jogar RPG faz Bem!
Aquela postagem que fiz aqui há alguns dias, a da homenagem a uma mãe de um jogador de D&D, me fez parar para pensar em muitas coisas, entre elas, o quão seria bom se as pessoas soubessem os benefícios que podem ser proporcionados às pessoas que jogam esses jogos. Os RPGs são sim, jogos, mas são muito mais do que isso. Os jogadores não se encontram apenas para rolar dados e ver quem tira o maior número, há muito mais além disso. Ele envolve literatura, criatividade, matemática, história, atividades sociais, raciocínio e outras coisas.
Então, por desencargo de consciência, e para tentar organizar meus pensamentos, resolvi fazer essa postagem com, pelo menos, sete coisas boas que o RPG trás para mesa. Não as organizei em nenhuma forma hierárquica ou em ordem em que elas aparecem em uma sessão de jogo, mas sim a maneira que fui me lembrando delas. Dessa forma, os benefícios que, acredito, são trazidos pelos jogos de RPG a seus jogadores são os seguintes:
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Um Tributo à Mãe de um Jogador de D&D
A postagem de hoje não trás acessórios, dicas, técnicas, nem uma resenha de um livro de RPG. Ela é sobre uma homenagem feita por um jogador de RPG à sua falecida mãe, que conseguiu ver além do preconceito típico, percebendo que o RPG era algo bom e até indicado para jovens. Eu fiquei sabendo desse relato por meio de uma postagem no grupo "Fale RPG" do Facebook, pelo usuário "Xman Savassi", e achei super importante compartilhá-la para o maior número de pessoas possível. Confesso que me emocionei ao ler a passagem. Ela nos faz pensar em muitas coisas, sobre nossos pais, sobre o nosso hobby, sobre o que aprendemos, sobre como faremos com nossos filhos...
Enfim, abaixo reproduzirei a passagem (uma tradução livre, feita por mim). Quem quiser conferir o relato original, em inglês, pode visitar este link.
domingo, 13 de maio de 2012
Ficha Retrô para Old Dragon
Como é fácil perceber pelas postagens no blog, eu curto bastante as edições antigas de Dungeons & Dragons e vários outros jogos inspirados nessas edições. Um deles é o Old Dragon, um retro-jogo brasileiro inspirado nas edições antigas mas com influências das versões recentes também. Quem quiser conferir uma resenha do jogo, clique aqui.
Escrito por Fabiano Neme e Antonio Sá Neto, o Old Dragon é um RPG no estilo Old School, com poucas regras (com lacunas a serem preenchidas pelo mestre), personagens rápidos de ser jogar e foco na aventura e exploração, não nas regras. O jogo, embora focado nesse estilo mais antigo de jogo, possuía disponibilizadas várias fichas de personagem, mas pouquíssimas que me lembrassem as velhas fichas dos primeiros jogos de fantasia, uma ficha que você olhasse para ela e soubesse que aquele papel era de um jogo Old School.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Resenha - Labyrinth Lord - Meu D&D Next
O nome de este outro elfo era Ghalderon, e ele teve treinamento militar em uma das mais renomadas academias de guerra dos sete reinos. Aquela era sua primeira aventura desde que completou seu treinamento. Seus companheiros de viajem eram um Anão guerreiro, chamado Odir; um halfling explorador conhecido como Pés-Ligeiros e o homem clérigo de deus sol, Amaril.
Eles estavam juntos, porém cada um tinha seus motivos pessoais para explorar as catacumbas daquela cidade perdida. Sindorfin sabia que lá estava escondido um tomo de um um poderoso feiticeiro, com segredos sobre a arte da magia que tanto desejava desvendar. Ghalderon, no entanto, queria provar ao seu povo que podia ser um bravo guerreiro e um forte conquistador e nada melhor do que voltar carregando tesouros de um lugar tão perigoso quanto aquele. Odir apenas queria o ouro esquecido naquele lugar, que já não tinha dono. Mas ele teria que dividi-lo com Pés-Ligeiros, se este não escondesse uma boa parte nos seus bolsos. Amaril talvez fosse aquele com os motivos mais nobres, recuperar o antigo Cálice de Fogo, um relíquia do Deus Sol, capaz de trazer a esperança de volta de qualquer pessoa que beber de seu interior.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Monte Cook, D&D, Hasbro... e Reflexões Pessoais
Há poucos dias um notícia deixou muita gente em polvoroza. Monte Cook estava saindo da Wizard of the Coast novamente e não mais faria parte do time de designers da próxima edição de D&D. Algumas pessoas receberam essa notícia como as trompetas do apocalipse, como se agora tudo estaria perdido e outras como o sinal de que, finalmente, a nova edição podia seguir seu caminho certo sem ser importunada por retrógrados e fanáticos. Parando para pensar sobre isso, eu tive algumas reflexões pessoais sobre o assunto e resolvi compartilhá-las aqui.
Primeiramente, acho que a saída do Cook é sim prejudicial ao D&D Next, independente de qual edição você gostar ou se acha que as ideias dele deviam ser incorporadas ao jogo ou não. O grande e nobre ideal do D&D Next era, ou é, reunir todos os jogadores de D&D novamente sobre uma edição única, capaz de agradar a todos, que concentrasse os elementos que fazem e fizeram de D&D o que ele é. Com a saída de Cook do time, a representação de vários segmentos de jogadores e ideais do que o D&D representam saem da equação e a chance desse ideal não ser alcançado só aumenta. As pessoas que estão satisfeitas de saber que as ideias e os elementos das edições passadas que o Cook queria que voltasse a fazer parte do jogo, possivelmente, não mais estarão lá, estão esquecendo que, com isso, apenas elas serão agradadas e o objetivo da nova edição vai por água abaixo. É claro que nenhum dos públicos ficará cem por cento satisfeito ou terá todas as ideias acatadas, mas a saída de Monte representa uma perda de espaço e público que poderia voltar a jogar D&D com o nome de D&D (porque continuam jogando D&D, seja ele com nome de Labyrinth Lord, Pathfinder ou Old Dragon, por exemplo).
sábado, 24 de março de 2012
Resenha - Adventurer Conqueror King System - Fiel e Inovador
Gardorrin se lembrava da primeira vez que vira aquelas terras, indomáveis, selvagens e infestadas de criaturas nefastas. Demorou anos e custou a vida de muitos de seus companheiros mas, finalmente, aquela região agora estava segura e sobre a sua vigia.
Ele chegará lá como um corajoso guerreiro, em busca de fama, tesouros e poder. Ao longo de duras provações viu diversos amigos morrerem e outros surgirem. A vida de aventureiro não era fácil, mas tinham grandes recompensas. Agora, depois de limpar diversas masmorras das criaturas malignas que as habitavam e construir um forte para que a civilização chegasse até aquele lugar, Gardorrin tinha outro objetivo em mente, encontrar a lendária Espada de Balthros.
Adventurer Conqueror King System (ACKS) é um RPG, estilo Old School D&D, lançado pela Autarch que promete um jogo de fantasia completo, com ferramentas para construção de mundos fantásticos e exploração de ambientes e catacumbas misteriosas, inspirado pelas primeiras versões do RPG mais conhecido do mundo.
terça-feira, 20 de março de 2012
"Old School" não é Anti "New School"
Ultimamente tenho feito algumas postagens sobre RPGs chamados de Old School e acabei percebendo que algumas pessoas tem uma idéia equivocada desse tipo de jogo e das pessoas que curtem ele. RPGs Old School e os seus jogadores gostam sim de um estilo mais antigo de jogo, de regras mais simples mas não quer dizer que eles também não gostem de jogos mais novos. É importante entender que a afirmação de uma coisa não significa, necessariamente a negação de outra.
Eu mesmo, por exemplo, gosto e jogo RPGs considerados Old School, Indies e outros mais conhecidos (seria Main Stream o termo?). Atualmente tenho uma campanha de The One Ring (um RPG no mundo do Senhor dos Aneis que lançou agora em 2011), estou para jogar uma de Pathfinder e para mestrar outra de um Retro-Clone (não sei se Labyrinth Lord ou Adventurer Conqueror King System). Isso sem falar que de vez em quando jogo um Fiasco entre umas cervejas aqui em casa. Ou seja, gêneros e estilos de RPG totalmente diferentes convivendo pacificamente e eu gosto de todos eles.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Encomende seus livros de AD&D 1ª Edição!
Há mais ou menos um mês, eu fiz uma postagem sobre o relançamento da primeira edição de AD&D em homenagem ao Gary Gygax. Os três livros básicos (Livro do Jogador, Livro do Mestre e Livro dos Monstros) serão republicados em uma edição especial, com capas super legais e material de primeira mas com todo o texto e ilustrações originais, mantendo bem o estilo old-school.
Tudo muito legal, ainda mais porque parte da verba das vendas será revestida para a fundação Gygax Memorial, mas as vendas serão feitas apenas no território americano, em lojas físicas exclusivamente e é uma edição limitada (mas eu não sei o número de cópias). E nós, tupiniquins, como ficamos?
Assinar:
Postagens (Atom)












