Sauron retornou a Mordor, mas sua fortaleza em Dol Guldur também está sendo reerguida, e ele enviou três dos novo para se certificar de que os povos livres do norte não permanecerão unidos para a guerra que virá.
O The One Ring (ou o O Um Anel para quem pegou a versão super atrasada e defasada da Devir) é, sem dúvidas, o melhor RPG lançado ambientado na Terra-Média de Tolkien. Ao contrário do que faziam os outros jogos publicados neste cenário que cuspiam suplementos para tentar arrancar uma grana dos fãs, a Cubicle 7 optou por uma linha editorial mais enxuta, porém de grande qualidade. Eles lançam poucos livros por ano, mas a qualidade do que botam no mercado é invejável.
Há algum tempo eles publicaram dois excelentes livros focados nas Terras Ermas: o Heart of the Wild e o The Darkening of Mirkwood. O primeiro é um suplemento de cenário que explora, detalha e expande o que vimos sobre a região no livro básico. Já o segundo traz uma campanha completa (com bastante espaço para variabilidade dentro dos acontecimentos) que dura quase trinta anos dentro do cenário e foca na volta das forças da Sombra à Mirkwood.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
3 x 3 RPGs - Mais uma brincadeira sobre RPG
Na rede social Google+, há alguns dias, rolou uma brincadeira em que as pessoas compartilhavam a hashtag #3x3RPGs e faziam uma lista de três RPGs obedecendo 3 categorias: RPGs jogados mais recentemente, RPGs que mais se divertiu e RPGs que mais gostaria de jogar. Não sei bem o objetivo original da brincadeira, mas pra mim ela serve para mostrar a diversidade de jogos existente, a variedade de pessoas que e de gostos que cada uma pode ter e aumentar o "awareness" das centenas de jogos por aí.
Sendo assim, resolvi fazer uma postagem no mesmo esquema e convidar todo mundo a fazer o mesmo, seja nos comentários aí embaixo, seja no facebook, seja nos seus próprios blogs. A brincadeira consiste em citarmos (e se você quiser, falar um pouco deles) 3 RPGs em três diferentes categoria: Os últimos 3 RPGs jogados (aqueles que você jogou a menos tempo), 3 RPGs que você mais gostou de jogar (os seus favoritos e que você tem as melhores lembranças) e 3 RPGs que você gostaria de jogar (e que não costuma conseguir jogar, seja qual for o motivo). Bem, vamos à minha lista.
Sendo assim, resolvi fazer uma postagem no mesmo esquema e convidar todo mundo a fazer o mesmo, seja nos comentários aí embaixo, seja no facebook, seja nos seus próprios blogs. A brincadeira consiste em citarmos (e se você quiser, falar um pouco deles) 3 RPGs em três diferentes categoria: Os últimos 3 RPGs jogados (aqueles que você jogou a menos tempo), 3 RPGs que você mais gostou de jogar (os seus favoritos e que você tem as melhores lembranças) e 3 RPGs que você gostaria de jogar (e que não costuma conseguir jogar, seja qual for o motivo). Bem, vamos à minha lista.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Resenha - Tales from Wilderland - Aventuras nas Terras Ermas
As Terras Ermas experimentam um período de paz e prosperidade, fazendo com que os Povos Livres, separados por centenas de anos, voltassem a se comunicar e trocar promessas de alianças novamente. Homens, Elfos, Anões e até mesmo Hobbits podem ser encontrados em todas as comunidades livres do norte, sempre em mútua cooperação. Mas algo ou alguém não está satisfeito com isso e se prepara para projetar uma Sombra sobre os reinos de lá...
Tales from Wilderland foi o primeiro suplemento/conjunto de aventuras lançado para o The One Ring (o RPG "oficial" ambientado na Terra-Média de Tolkien), lançado em setembro de 2012. Trata-se de um conjunto de 7 aventuras independentes mas que podem ser jogadas em sequência formando uma campanha que começa bem no clima leve do Hobbit e vai se tornando mais sinistra e épica como a saga do Senhor dos Anéis. Além de aventuras, esse livro traz exemplos de novos "Hazards" para jornadas, novos "Undertakings" para serem usados na "Fellowship Phase", novas criaturas e bastante informação suplementar sobre a região das Terras Ermas, possivelmente servindo como inspiração para várias outras aventuras.
Tales from Wilderland foi o primeiro suplemento/conjunto de aventuras lançado para o The One Ring (o RPG "oficial" ambientado na Terra-Média de Tolkien), lançado em setembro de 2012. Trata-se de um conjunto de 7 aventuras independentes mas que podem ser jogadas em sequência formando uma campanha que começa bem no clima leve do Hobbit e vai se tornando mais sinistra e épica como a saga do Senhor dos Anéis. Além de aventuras, esse livro traz exemplos de novos "Hazards" para jornadas, novos "Undertakings" para serem usados na "Fellowship Phase", novas criaturas e bastante informação suplementar sobre a região das Terras Ermas, possivelmente servindo como inspiração para várias outras aventuras.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Resenha - The One Ring Roleplaying Game - Edição Revisada
É o ano de 2946 da Terceira Era e os Povos Livres do Norte se preparam para a grande celebração da Reunião dos Cinco Exércitos, comemorando a grande vitória deles sobre as forças da Escuridão cinco anos atrás. Dignatários de todos os povos das Terras Ermas se encontrarão na cidade de Vale e, segundo boatos, até mesmo os misteriosos Magos compareceram a essa grande festa. Parece que, finalmente, o norte pode respirar aliviado e olhar para um futuro promissor, ainda que alguns continuem achando que as Sombras estão voltando a se fechar sobre eles.
The One Ring é o atual RPG oficialmente ambientado na Terra-Média criada por J. R. R. Tolkien, publicado pela Cubicle 7 (e aqui no Brasil pela Devir) e escrito por Francesco Nepitello. Sua primeira edição saiu lá no final de 2011 (e fiz uma resenha dela aqui) mas há poucos dias saiu das forjas dos anões uma edição revisada e integrada em um único volume de capa dura chamada de The One Ring - Roleplaying Game.
Mas por que saiu essa nova edição? Bem, a primeira edição era dividida em 2 livros, o Livro do Aventureiro e o Livro do Mestre, com regras divididas entre os dois. As vezes metade das regras de um tipo de situação no jogo estavam em um livro e a outra metade no outro, tornando a consulta delas um tanto chata. Além disso, depois de quase 3 anos de jogo, uma pequena revisão das regras foi feita com base na experiência de jogadores do mundo todo e o sistema ficou bem mais coeso e lógico, no padrão dos jogos mais atuais (mecânicas unificadas e semelhantes em qualquer situação). Isso não era algo que me incomodava, mas tenho certeza que vai facilitar a vida de quem está aprendendo a jogar o RPG.
The One Ring é o atual RPG oficialmente ambientado na Terra-Média criada por J. R. R. Tolkien, publicado pela Cubicle 7 (e aqui no Brasil pela Devir) e escrito por Francesco Nepitello. Sua primeira edição saiu lá no final de 2011 (e fiz uma resenha dela aqui) mas há poucos dias saiu das forjas dos anões uma edição revisada e integrada em um único volume de capa dura chamada de The One Ring - Roleplaying Game.
Mas por que saiu essa nova edição? Bem, a primeira edição era dividida em 2 livros, o Livro do Aventureiro e o Livro do Mestre, com regras divididas entre os dois. As vezes metade das regras de um tipo de situação no jogo estavam em um livro e a outra metade no outro, tornando a consulta delas um tanto chata. Além disso, depois de quase 3 anos de jogo, uma pequena revisão das regras foi feita com base na experiência de jogadores do mundo todo e o sistema ficou bem mais coeso e lógico, no padrão dos jogos mais atuais (mecânicas unificadas e semelhantes em qualquer situação). Isso não era algo que me incomodava, mas tenho certeza que vai facilitar a vida de quem está aprendendo a jogar o RPG.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Resenha - Hobbit Tales - Card Game narrativo na Terra-Média
-Vamos, Fasto, conte logo aquela história sobre o viajante e troll faminto das montanhas!
-Calma, amigo. Eu preciso de umas cervejas e alguns anéis de fumaça para me lembrar dessa. Além disso, havia muito mais coisas nessa história além de um simples viajante e um troll!
-Claro, só porque você inventa coisas diferentes cada vez que você conta, as únicas constantes são o viajante e o troll.
-Pode ser, mas a história sempre fica divertida. É ou não é?
Hobbit Tales é um jogo de cartas narrativo em que os jogadores são hobbits sentados em uma mesa da Estalagem do Dragão Verde (Green Dragon Inn) contando histórias fantasiosas entre rodadas de cerveja e anéis de fumaça da melhor erva do Condado. Ele é produzido pela Cubicle 7, a mesma que produz o RPG The One Ring, e criado por Francesco Nepitello e Marco Maggi (que também trabalham na linha do The One Ring RPG). Além de um card game narrativo, o jogo traz mecânicas que podem integra-lo ao RPG da Terra-Média da mesma editora.
-Calma, amigo. Eu preciso de umas cervejas e alguns anéis de fumaça para me lembrar dessa. Além disso, havia muito mais coisas nessa história além de um simples viajante e um troll!
-Claro, só porque você inventa coisas diferentes cada vez que você conta, as únicas constantes são o viajante e o troll.
-Pode ser, mas a história sempre fica divertida. É ou não é?
Hobbit Tales é um jogo de cartas narrativo em que os jogadores são hobbits sentados em uma mesa da Estalagem do Dragão Verde (Green Dragon Inn) contando histórias fantasiosas entre rodadas de cerveja e anéis de fumaça da melhor erva do Condado. Ele é produzido pela Cubicle 7, a mesma que produz o RPG The One Ring, e criado por Francesco Nepitello e Marco Maggi (que também trabalham na linha do The One Ring RPG). Além de um card game narrativo, o jogo traz mecânicas que podem integra-lo ao RPG da Terra-Média da mesma editora.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
O que vem por aí para o The One Ring RPG!
The One Ring, ou "O Um Anel" como foi lançado aqui pela Devir, é o mais recente RPG oficialmente licenciado para o universo criado por Tolkien, a Terra-Média. Aliás, na minha opinião, é o melhor RPG já criado para essa ambientação e consegue reproduzir e ambientar histórias com o mesmo clima e emoção das criadas pelo mestre em uma mesa de jogo.
E o jogo é tão bom, mas tão bom, que me deixa irritado. Irritado porque ele já foi lançado há mais de 2 anos e só tem, até hoje, um suplemento, dois livros de aventuras, e uma divisória do mestre. Eu geralmente não sou muito fã de jogos cheios de suplementos, até porque eles tendem a tornar o jogo tão inflado e cheio de coisas que, a meu ver, estraga o trabalho inicial. Mas o sistema do The One Ring é tão amarradinho e abstrato que acho que não haverá esse problema, sem falar que os suplementos são mais informativos, com coisas de cenário e histórias, do que qualquer outra coisa.
E o jogo é tão bom, mas tão bom, que me deixa irritado. Irritado porque ele já foi lançado há mais de 2 anos e só tem, até hoje, um suplemento, dois livros de aventuras, e uma divisória do mestre. Eu geralmente não sou muito fã de jogos cheios de suplementos, até porque eles tendem a tornar o jogo tão inflado e cheio de coisas que, a meu ver, estraga o trabalho inicial. Mas o sistema do The One Ring é tão amarradinho e abstrato que acho que não haverá esse problema, sem falar que os suplementos são mais informativos, com coisas de cenário e histórias, do que qualquer outra coisa.
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