quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Reporte de Sessão - Deuses do Metal de Ur-Hadad - 4ª, 5ª e 6ª Sessões

Uau! Parece que eu esqueci de fazer uma porção de reportes de sessões da mesa que eu ando jogando com o pessoal do Metal Gods of Ur-Hadad! Tudo bem, sem comoção, gente! As sessões são curtinhas então não há tanto problema assim dar aquela compilada nas coisas. Como eu e o +Gabriel Perez Gallardi somos da América do Sul e o resto da galera é lá dos EUA e de diversos estados com fuso horários distintos, a janela de tempo que é confortável para todos jogarem sem ninguém babar no teclado é curta. Cada sessão tem durado apenas 2 horas e ainda rola um bate papo antes de começar.

Pelo que eu me lembro, o último reporte parou quando o grupo botou os guardas para dormir e entramos na estalagem fortificada que eles defendiam. Pois bem, enquanto parte do grupo foi adentrando a estalagem para comer algo e quem sabe descansar, outra parte (mais maníaca homicida) resolver dar um fim nos guardas e os levou para o acampamento dos bandidos ainda sobre o efeito do "pó sexual" lá. Por sorte, nenhum deles foi afetado pelo efeito.

Dentro da estalagem, acabamos encontrando um pequeno grupo de mercadores, Assustados pela confusão do lado de fora. Na tentativa de evitar mais mortes desnecessárias e, quem sabe, conseguir alguma informação ou ajuda, aproveitei que meu Halfling era também um mercador e tentei conversar com eles. Falei que nós éramos apenas mercadores viajantes (os mais mal encarados do grupo eram seguranças) e que apenas procurávamos um local seguro para ficar, já que havia tantos bandidos na estrada. Quando perguntaram da confusão lá fora, falei que eram os bandidos atacando e que os soldados estavam cuidando disso. Eles pareceram confiar em mim e dividiram algumas informações.

Eles estavam aguardando mercadores que estavam vindo do sul com mercadorias para eles. Logo supus que eram aqueles que foram atacados na estrada pelos homens-bestas e disse que nós tínhamos que encontrar alguns compradores nessa estalagem também. Eles suspeitaram um pouco e tivemos que mostrar o quê tínhamos para convencê-los. O pagamento era 6 barras de ouro pelos caramujos e não me lembro ao certo se o manto estrelado estranho estava incluso nisso. Na hora só pensei em como pegar o dinheiro sem perder a mercadoria.

A ideia que tivemos foi invocar caramujos com nossas magias de invocar animais e usar pigmentos ou "cantrip" para fazer eles parecerem coloridos e vender para eles no lugar dos favoritos. Até aí, tudo certo, eles adoraram, mas eu fui ganancioso. Tentei pedir mais ainda pelos bichos, e daí os mercadores não gostaram e quiseram desistir da transação, falando que eu não tinha palavra. Antes de eu tentar consertar a situação o grupo resolveu agir e matou os comerciantes. Pronto, mais sangue em nossas mãos. Quando tivermos que voltar por essas bandas aposto que teremos problemas e muitas perguntas para responder.

Impaciente, o grupo resolveu seguir viajem pela ponte que ficava guardada por essas construções e alguns de nós (os que falharam em um teste de fortitude) recebeu algumas penalidades por não termos descansado. Depois de alguns minutos caminhando pela grande estrutura de pedra, avistamos 2 torres em lados apostos da grande ponte e, de uma delas, um faixo de luz, como um farol que se movia e parecia procurar por algo na estrada. Sem saber o que esperar disso, mandamos alguns de nossos membros mais furtivos a frente, para investigar a torre e seus ocupantes. Um deles conseguiu se esgueira seguramente, mas outro foi pego e visto pelos guardas.

Pensando rápido, o gênio Doug Kovacs foi a frente, se mostrando e falando, depois dos guardas o pegarem "Poxa, eu falei para você se segurar e não ir mijar na torre!". Todo nós rimos mais ainda quando o Gabriel falou que só para corroborar com a mentira, ele urinou nas calças. A partir desse ponto começou mais uma daquelas cenas em que um grupo armado quer saber quem somos, para onde vamos e o que queremos. E, mais uma vez, meu halfling, que agora atende pela alcunha de Berto, o Respeitável, foi a frente para representar a companhia.

Como de costume, resolvi falar que eramos simples mercadores em direção ao reino mais próximo onde faríamos negócios e compraríamos mercadorias para revender, mas esse guarda quis, então, inspecionar nossa carroça e nossos documentos. Foi aí que percebemos que ele queria mesmo era um "agrado", um suborno em troca, inclusive, de ajuda, já que ele nos daria umas faixas das cores de Kuth que nos ajudaria a passar pelos outros postos de guarda ao longo da ponte sem sermos perturbados por ninguém.

Sem querer me desfazer das barras de ouro que acabamos de conseguir e, sem querer demonstrar muitas riquezas para eles não ficarem gananciosos, resolvi solicitar ajuda do meu mago que pegou algumas pedras e com a magia "cantrip" fez elas parecerem gemas semi-preciosas. Até ali tudo bem, íamos sair sem problemas, com as faixas que nos evitariam perguntas. Mas o outro personagem que ainda estava escondido acabou tropeçando dentro da fortaleza e derrubando óleo nas faixas (depois de pegar umas secas). De qualquer forma, saímos de lá sem muitas complicações, mas sem ficarmos por muito tempo para descansar.

Algumas torres depois, avistamos umas criaturas escalando a ponte pelo lado do pântano. Ao nos aproximarmos, vimos umas criaturas com quase 3 metros de altura, muito peludas e com galhos na cabeça subindo na ponte e olhando apreensivas para gente, obviamente elas tinham problemas com humanos. Como nem nós nem eles deveriam estar ali e queriam problemas, simplesmente ficamos para trás e os observamos, deixando-os em paz. Eles perceberam isso, fizeram gestos de agradecimento e seguiram seu caminho. O resto da jornada até o final da ponte foi tranquilo para nós. As faixas realmente funcionaram.

Acontece que, quando chegamos no final dela, encontramos um pequeno vilarejo/posto avançado, com mais soldados e guardas e alguns comerciantes. No início não entendemos muito bem como as coisas estavam posicionadas e pensamos que teríamos que passar pelo local para prosseguir em direção o local onde encontraríamos o Suíno Feculento, e aí disseram que teríamos que passar por uma inspeção alfandegária e pagar taxas (agora eu entendo meus jogadores quando coloco cobradores de impostos atrás deles). Mas, depois, entendemos que apenas tínhamos que seguir para o norte, subindo as colinas. Vendemos nossa carroça para pegar algumas mulas e para lá seguimos. Mesmo com o mestre falando que teríamos que dar explicações de o porque termos vendido uma carroça se somos comerciantes. Mas depois a gente resolve isso. Minha maior preocupação é que o meu mago, Crisagon, o Gordo, ganhou um ponto de Sorte de adiantamento para ele fazer coisas mais legais no jogo. Hummmm... vamos ver o quê eu apronto nessa quinta.

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