O tema sobre o qual teria de falar hoje, dando continuidade nos meus "posts" atrasados do #RPGaDay, seria um RPG favorito meu que ninguém quer jogar. A ideia é muito boa e, com certeza, muita gente teria sobre o que escrever com esse tema. Porém, como sou um cara sortudo, eu não tenho esse problema.
Além do fato de eu apenas ter RPGs super legais, as pessoas que eu conheço e costumo jogar são bem abertas a experimentar jogos novos e são mais do clima de jogar qualquer coisa com os amigos do que se fechar apenas àqueles sistemas que eles gostam e não jogar mais nada. Aliás, acho que ninguém do Rio de Janeiro tem esse problema. Se eles quiserem realmente jogar algo, eles conseguem. É só levar em um dos encontros de jogadores de RPG que rola por aqui.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Zines de RPG ainda existem!!!
Estamos no ano de 2014 e é inegável o impacto da tecnologia na nossa vida e no nosso hobby favorito. Os livros de RPG de hoje são, em sua imensa maioria, muito diferentes dos livros de 20, 30 anos atrás. Hoje é super comum o consumo de RPGs por PDF exclusivamente, algo impensável até pouco tempo. Antigamente o material de jogo era tão escasso e a produção de livros tão demorada e custosa que era comum que a comunidade fã de um jogo criasse publicações alternativas para ele.
Chamados de Zines, essas publicações amadoras traziam uma série de elementos para jogos criados por fãs dele mesmo. Imbuídos do espírito "Do it Yourself" (Faça Você Mesmo), pessoas criavam novas regras, aventuras, contos, monstros e todo tipo de coisa para seus jogos, imprimia em casa, xerocava, grampeava e vendia por um preço bem barato para a comunidade! Com o passar do tempo, no entanto, com a maior quantidade de livros sendo lançados, com blogs publicando coisas na internet, com os próprios arquivos eletrônicos, essa cena de Zines foi morrendo e desapareceu... Será?
Chamados de Zines, essas publicações amadoras traziam uma série de elementos para jogos criados por fãs dele mesmo. Imbuídos do espírito "Do it Yourself" (Faça Você Mesmo), pessoas criavam novas regras, aventuras, contos, monstros e todo tipo de coisa para seus jogos, imprimia em casa, xerocava, grampeava e vendia por um preço bem barato para a comunidade! Com o passar do tempo, no entanto, com a maior quantidade de livros sendo lançados, com blogs publicando coisas na internet, com os próprios arquivos eletrônicos, essa cena de Zines foi morrendo e desapareceu... Será?
domingo, 28 de setembro de 2014
Três dicas de como se manter motivado com seu personagem
Amigos roladores de dados, hoje eu trago para vocês uma postagem escrita pelo amigo Jrol Lima do Dobradinha Comics, um site com tirinhas cômicas sobre RPG e outras nerdices. Já falo com o Jrol a algum tempo e ele tem sempre ideias legais para melhorar a cena de blogs RPGísticos por aqui. Outro dia, então, ele veio falar comigo sobre querer escrever sobre RPG também, além de fazer as tirinhas dele e pensou em participar aqui do Pontos de Experiência, sorte a minha! Segue a primeira postagem do Jrol por aqui (com sorte virão muitas outras!).
Depois de algum tempo, é difícil manter o gás e continuar empolgado com seu personagem, né? Com o passar das aventuras, você acaba vendo aquela ficha como um fardo e sua vontade é de que a campanha acabe logo para que você possa fazer algo mais divertido, mas eu te digo que tem sim uma maneira de você se manter motivado.
Por isso mesmo estou aqui para trazer três dicas muito simples de como você manter a motivação com seu personagem de RPG. Vamos lá?
Depois de algum tempo, é difícil manter o gás e continuar empolgado com seu personagem, né? Com o passar das aventuras, você acaba vendo aquela ficha como um fardo e sua vontade é de que a campanha acabe logo para que você possa fazer algo mais divertido, mas eu te digo que tem sim uma maneira de você se manter motivado.
Por isso mesmo estou aqui para trazer três dicas muito simples de como você manter a motivação com seu personagem de RPG. Vamos lá?
sábado, 27 de setembro de 2014
O RPG mais complexo que tenho - #RPGaDay
Eu não sei quanto a vocês, mas hoje eu dia eu fujo como eu puder dos RPGs mais complexos e cheios de regras para cada coisinha. Uma das primeiras coisas que eu faço quando estou conhecendo um novo jogo é olhar para a ficha do personagem. Se ela tiver mais que duas páginas eu já me sinto incomodado. Além disso, se tiver muito espaço para estatísticas, perícias, talentos e uma porção de outras coisas eu deixo o livro ali e saio de fininho.
Mas nem sempre foi assim. O nosso hobby começou com jogos muito simples. O D&D Original, por exemplo, tem pouquíssimas estatísticas. Com o passar do tempo, os criadores de jogos foram querendo fazer as coisas de maneiras diferentes e foram criando sistemas bastante detalhados. E eu, admito, também. Nós somos curiosos, naturalmente, e eu quis jogar jogos mais complexos, mais avançados e não esses "joguinhos de criança". Foi assim que joguei AD&D (porque só D&D era pouco) e GURPS (que você define na ficha até se o seu personagem tem hábito de tirar meleca do nariz).
Mas nem sempre foi assim. O nosso hobby começou com jogos muito simples. O D&D Original, por exemplo, tem pouquíssimas estatísticas. Com o passar do tempo, os criadores de jogos foram querendo fazer as coisas de maneiras diferentes e foram criando sistemas bastante detalhados. E eu, admito, também. Nós somos curiosos, naturalmente, e eu quis jogar jogos mais complexos, mais avançados e não esses "joguinhos de criança". Foi assim que joguei AD&D (porque só D&D era pouco) e GURPS (que você define na ficha até se o seu personagem tem hábito de tirar meleca do nariz).
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Fazendo os NPCs mais memoráveis
Em uma campanha normal de RPG, os jogadores irão interagir com dezenas, senão centenas de NPCs diferentes, muitos, inclusive, que eles não precisarão matar imediatamente (calma, quem sabe outra hora). Não é incomum que esses personagens retornem e reapareçam com regularidade no jogo. Já aconteceu dos seus jogadores não se lembrarem exatamente quem é aquele taverneiro que agora vem pedir ajuda para eles?
Pois é, comigo já, várias vezes. Mas existem algumas coisas que a gente, como Mestres, podemos fazer para evitar essas situações e ajudar os jogadores a se lembrar mais facilmente desses indivíduos em nossas campanhas. Aliás, isso ajudará até a nós mesmos nos lembrarmos deles e colocá-los em papeis mais importantes nos nossos jogos, criando uma maior interação com o mundo de jogo, além de deixá-lo mais crível e real na visão dos jogadores.
Pois é, comigo já, várias vezes. Mas existem algumas coisas que a gente, como Mestres, podemos fazer para evitar essas situações e ajudar os jogadores a se lembrar mais facilmente desses indivíduos em nossas campanhas. Aliás, isso ajudará até a nós mesmos nos lembrarmos deles e colocá-los em papeis mais importantes nos nossos jogos, criando uma maior interação com o mundo de jogo, além de deixá-lo mais crível e real na visão dos jogadores.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Desafio de Blogs - RPGs que Marcaram Você
Devo admitir que eu não sou fã de correntes e daqueles emails que fazem chantagem emocional para você compartilhar com o máximo de pessoas possíveis prometendo mundos e fundos. Por outro lado, tem rolado uma brincadeira legal pelo Facebook com as pessoas incitando umas as outras para falar sobre os 10 jogos que mais as marcaram.
Como ninguém gosta muito de mim, ninguém me marcou para falar nada. Talvez porque, ao que parece, as pessoas só estão se referindo a jogos eletrônicos, embora em nenhum lugar esteja escrito que é para se falar apenas sobre isso (mas parece estar subentendido). Sendo assim, decidi fazer meu próprio desafio e brincadeira. Vou fazer uma lista com os 10 RPGs que mais me marcaram, explicando o porquê, e vou desafiar 3 blogs que eu curto para fazer o mesmo e continuar a campanha. O objetivo é fazer as pessoas exporem suas experiências, promoverem esses vários jogos (mostrando que existem muitos RPGs legais por aí), além de tentar interagir mais na "bloguesfera" nacional de RPG.
Como ninguém gosta muito de mim, ninguém me marcou para falar nada. Talvez porque, ao que parece, as pessoas só estão se referindo a jogos eletrônicos, embora em nenhum lugar esteja escrito que é para se falar apenas sobre isso (mas parece estar subentendido). Sendo assim, decidi fazer meu próprio desafio e brincadeira. Vou fazer uma lista com os 10 RPGs que mais me marcaram, explicando o porquê, e vou desafiar 3 blogs que eu curto para fazer o mesmo e continuar a campanha. O objetivo é fazer as pessoas exporem suas experiências, promoverem esses vários jogos (mostrando que existem muitos RPGs legais por aí), além de tentar interagir mais na "bloguesfera" nacional de RPG.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
O RPG com o visual mais fantástico que tenho - #RPGaDay
| O Antigo Tomo da Sabedoria |
Mais uma vez falo do Dungeon Crawl Classics RPG, meu RPG favorito. Além de um ótimo jogo, tanto temáticamente, como mecânicamente, ele possui um visual fantástico e tem uma qualidade de arte absurda. Tanto é verdade que muita gente fala que o livro vale a pena mesmo se você não gostar do jogo, só pela arte. Para se ter uma ideia, a lista de artistas do livro (contendo nomes das antigas e novas revelações) é a seguinte: Doug Kovacs, Peter Mullen, Jeff Dee, Jeff Easley, Jason Edwards, Tom Galambos, Friedrich Haas, Jim Holloway, Diesel Laforce, William MacAusland, Brad McDevitt, Jesse Mohn, Russ Nicholson, Erol Otus, Stefan Poag, Jim Roslof, Chad Sergesketter, Chuck Whelon e Mike Wilson.
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