Há alguns dias venho pensando em uma coisa que me causa estranheza faz anos: Ladrões sabem decifrar linguagens e magos, que são estudiosos de tomos antigos, não. Na literatura que inspira o jogo original, há alguns exemplos de feiticeiros que decifram símbolos e escritas estranhas, mas não tenho muitas lembranças de magos fazendo isso. Bem, Grey Mouser, se não me falha a memória faz isso uma vez, mas ele era aprendiz e mago.
Eu entendo que Ladrões devam ter a capacidade de decifrar e entender códigos que outros Ladrões usam para mandar mensagens e coisas do tipo, como espiões, mas linguagens antigas e arcaicas, de eras passadas, que os próprios magos devem decifrar para entender os segredos das magias que tanto praticam é um pouco estranho. Talvez isso encare os Ladrões como arqueólogos que caçam tesouros (Indiana Jones), mas acredito que, então, o mesmo tratamento deveria ser dado aos Magos.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
Rolando habilidades ladinas - Outras opções
Cada classe de personagem icônica dos jogos de fantasia inspirados em D&D tem habilidades única essenciais para o sucesso do grupo mas uma delas, em especial, tem habilidades em que, nem sempre, sabe se foi bem sucedida ou não, e acaba dependendo do mestre de jogo para rolar os dados e decidir como interpretar os resultados.
O Ladrão é um tipo de personagem que tem diversas habilidades que funcionam de maneira peculiar, onde ele nem sempre sabe se conseguiu realizar sua ação de forma efetiva ou não e, por causa disso, é geralmente o mestre de jogo que realiza a rolagem para definir este sucesso ou esta falha. Apesar deste tipo de resolução geral uma certa tensão e expectativa, há outras formas de fazer isso que podem gerar ou ainda mais tensão ou forçar o jogador a pensar sobre outras maneiras de realizar o que deseja e valorizar seus conhecimentos de ladinagem.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Habilidades de Ladrão e Testes de Atributo
O papel do Ladrão no D&D, e suas habilidades é algo que gera alguns bons debates e ideias no cenário RPGístico (ou D&Dística). Ele sem dúvida é uma das classes mais icônicas desse jogo, mas poucos (pelo menos por aqui) sabem que ele não existia na primeira versão do jogo, aquela que veio na Caixa de Madeira ou Caixa Branca do Original D&D de 1974. Sua primeira aparição só foi ocorrer no Supplement I - Greyhawk em 1975.
Mas o que isso implicava nos primeiros anos do jogo (e nos anos subsequentes, já que muita pessoas não jogaram com esse suplemento, e jogam até hoje sem ele)? Ou mesmo nas edições posteriores? Bem, ao meu ver, isso traz algumas consequências bem interessantes em relação a maneira como são julgadas as ações de personagens não pertencentes a essa classe, e a maneira como são vistos os famosos Talentos Ladinos.
Mas o que isso implicava nos primeiros anos do jogo (e nos anos subsequentes, já que muita pessoas não jogaram com esse suplemento, e jogam até hoje sem ele)? Ou mesmo nas edições posteriores? Bem, ao meu ver, isso traz algumas consequências bem interessantes em relação a maneira como são julgadas as ações de personagens não pertencentes a essa classe, e a maneira como são vistos os famosos Talentos Ladinos.
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