Esta postagem está atrasada, mas muita gente ainda não sabe. Meu jogo de RPG de espada e feitiçaria com espírito old school (mas que não é um clone daquela RPG que você muito bem qual é) está mais barato desde o ano passado e agora também tem disponível o Addendum, um suplemento com algumas regras opcionais e muitos recursos para mestres e jogadores tornarem a experiência de jogo ainda melhor! Têm também o Livro do Criador, uma ótima ferramenta para gerar conteúdo de jogo, desde NPCs até Cidades, Masmorras, Monstros e muito mais (e serve pra qualquer RPG, não só o EA&FS)!
Aliás, o PDF do livro básico e do Addendum continuam sendo “vendido” no esquema de pagar o quanto quiser, mesmo que isso seja nada. Isso mesmo! Você pode ir no site da Pensamento Coletivo e pegar o jogo e seu complemento totalmente DE GRAÇA! Quem mais faz isso?
Espadas Afiadas & Feitiços Sinistros (Impresso)
Espadas Afiadas & Feitiços Sinistros (PDF)
Espadas Afiadas & Feitiços Sinistros - Addendum (Impresso)
Espadas Afiadas & Feitiços Sinistros - Addendum (PDF)
Livro do Criador
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
Vem aí Caveira Con!
Eu adoro convenções de jogos de RPG. Desde as menores que acontecem semanalmente nas nossas cidades para reunir jogadores regularmente (e quem sabe introduzir novas pessoas ao hobby), como as gigantescas convenções internacionais (quando eu consigo ir em alguma dessas). Mas todas elas dependem que nós estejamos no local para participar. Não mais!
Vendo os esforços de uma galera lá de fora para integrar as comunidades de jogos, proponho tentarmos fazer uma Convenção de Jogos OSR Online, chamada Caveira Con (nome escolhido por meio de votação no Facebook).
O objetivo é propagar estes jogos por todo o Brasil (e quem sabe lá fora) pela internet, permitindo que pessoas de todo o país possam jogar juntas pelo computador, trocando experiências, aprendendo novos sistemas, experimentado novas aventuras e tudo mais. Se alguém tiver curiosidade para saber como é esse treco de RPG Old School, é só chegar e jogar com alguma mesa marcada.
A ideia é termos também umas mesas redondas (possivelmente duas) e também “workshops” onde alguns mestres possam falar sobre como é jogar esses jogos, preparar material para eles, estilo de aventuras e tudo mais.
Vendo os esforços de uma galera lá de fora para integrar as comunidades de jogos, proponho tentarmos fazer uma Convenção de Jogos OSR Online, chamada Caveira Con (nome escolhido por meio de votação no Facebook).
O objetivo é propagar estes jogos por todo o Brasil (e quem sabe lá fora) pela internet, permitindo que pessoas de todo o país possam jogar juntas pelo computador, trocando experiências, aprendendo novos sistemas, experimentado novas aventuras e tudo mais. Se alguém tiver curiosidade para saber como é esse treco de RPG Old School, é só chegar e jogar com alguma mesa marcada.
A ideia é termos também umas mesas redondas (possivelmente duas) e também “workshops” onde alguns mestres possam falar sobre como é jogar esses jogos, preparar material para eles, estilo de aventuras e tudo mais.
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
O Valor do RPG
Eu não queria escrever sobre isso, mas o assunto está consumindo a minha paz. Preferiria continuar a produzir meus livros, minhas ilustrações, mas devido a alguns acontecimentos recentes e informações obtidas, tenho que escrever algo sobre o assunto.
Primeiramente, uma simples pergunta: Quem produz (escreve, ilustra, revisa, traduz) material de RPG deveria poder viver disso? Digo, se ele tivesse trabalho para se debruçar sobre isso 8 horas por dia, 20 dias por mês, ele deveria ter uma vida digna com o que recebesse pelo seu trabalho?
Se sua resposta for sim, vamos continuar. Se for não, então você é simplesmente desprezível. Vá embora e nunca mais volte para este blog.
Bem, assumindo que estas pessoas deveria conseguir viver disso, elas devem ser pagas pelo seu serviço e dedicação. Isto tem um custo, que alguém tem que pagar. Ou seja, a editora ou o dono do projeto tem que remunerar essas pessoas. E isso vai refletir no preço do livro, invariavelmente.
Assim, o preço de um livro deve ser tal que possa remunerar apropriadamente as pessoas que trabalharam dele. Obviamente elas não vão viver o resto da vida de um livro, mas ele deve ser capaz de remunerá-las minimamente pelo trabalho e dedicação que puseram sobre ele.
Primeiramente, uma simples pergunta: Quem produz (escreve, ilustra, revisa, traduz) material de RPG deveria poder viver disso? Digo, se ele tivesse trabalho para se debruçar sobre isso 8 horas por dia, 20 dias por mês, ele deveria ter uma vida digna com o que recebesse pelo seu trabalho?
Se sua resposta for sim, vamos continuar. Se for não, então você é simplesmente desprezível. Vá embora e nunca mais volte para este blog.
Bem, assumindo que estas pessoas deveria conseguir viver disso, elas devem ser pagas pelo seu serviço e dedicação. Isto tem um custo, que alguém tem que pagar. Ou seja, a editora ou o dono do projeto tem que remunerar essas pessoas. E isso vai refletir no preço do livro, invariavelmente.
Assim, o preço de um livro deve ser tal que possa remunerar apropriadamente as pessoas que trabalharam dele. Obviamente elas não vão viver o resto da vida de um livro, mas ele deve ser capaz de remunerá-las minimamente pelo trabalho e dedicação que puseram sobre ele.
domingo, 30 de setembro de 2018
Oranoslob e o Culto ao Ódio e à Mentira
Vocês pediram e o blog atendeu! Mais conteúdo de RPG nesse tempo em que só se fala em outras coisas!
Um novo antagonista demoníaco para seus jogos, com um culto fanático e cruel para atrapalhar seus jogadores!
Um novo antagonista demoníaco para seus jogos, com um culto fanático e cruel para atrapalhar seus jogadores!
Oranoslob, o Arauto do Ódio
Lorde Demoníaco do Ódio e da Mentira
Cultuado por: Assassinos, torturadores, demônios e pessoas enganadas pelas mentiras de Oranoslob
Oranoslob era um demônio menor, de pouca importância no Abismo, ignorado pelos verdadeiros Lordes do Caos. Mas ele era ambicioso, e com grande perícia na arte da mentira, intriga e ódio.
Ele e outros demônios menores preparam rituais falsos para enganar os Lordes do Abismo. Mas não deu certo e ele fugiu das profundezas, se refugiando em Anttelius, onde assumiu a forma de um senador em Mezzanthia.
Na Cidade-Estado, devido às grandes diferenças sociais e econômicas dos vários povos, o demônio do ódio e da mentira rapidamente chegou ao topo do poder no Senado, jogando um grupo contra o outro, uma classe sobre a outra, um povo contra o outro. Os desesperados e incultos, procurando uma saída fácil, alguém a quem culpar, rapidamente se aliaram a Oranoslob, criando praticamente um exército de fanáticos.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Solar Blades & Cosmic Spells - RPG Brasileiro em FC no Exterior!
Uau, há quanto tempo, hein? Eu sei que tenho estado um tanto ausente, mas acredito que o conteúdo do blog ainda tem servido seu propósito, já que muita gente ainda entra em contato comigo para falar sobre o que leu nele e tal. Sempre quando tem um assunto eu ainda consigo achar alguma postagem útil relacionada ao tema.
A verdade é que eu tenho estado ocupado com outras coisas e, entre elas, está o design de novos jogos de RPG. A Pensamento Coletivo já está publicando por aqui o meu Espadas Afiadas & Feitiços Sinistros e seus suplementos, um RPG de Regras Leves e Espírito Old School, mas eu tenho trabalhado em outro jogo nos últimos meses.
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Resenha - Lankhmar para Savage Worlds - Em Breve no Brasil!
Eu sou um grande fã da literatura de espada e feitiçaria. Isso você pode perceber rapidamente. Meu RPG recém-publicado, EA&FS, é um jogo que foca justamente neste tipo de história. Meu primeiro projeto de RPG, Bruxos & Bárbaros também. Nunca fui muito fã de quadrinhos, mas Espada Selvagem de Conan era uma compra certa. Quando eu descobri que Conan foi primeiro um personagem de literatura, devorei suas histórias…
Mas foi quando ouvi falar e corri atrás de ler as histórias de Fafhrd e Grey Mouser na conturbada, suja e traiçoeira Lankhmar que meu amor por esse gênero de fantasia se consolidou. As histórias de Conan eram emocionantes, selvagens, eletrizantes, eu admito. Mas aquelas em Lankhmar traziam uma sofisticação a mais. Além de toda a emoção das histórias de Conan, elas tinham intriga, traição, uma dose certeira de humor, análise social, romance, e tantas coisas que é difícil de descrever. Eram fascinantes.
Mas foi quando ouvi falar e corri atrás de ler as histórias de Fafhrd e Grey Mouser na conturbada, suja e traiçoeira Lankhmar que meu amor por esse gênero de fantasia se consolidou. As histórias de Conan eram emocionantes, selvagens, eletrizantes, eu admito. Mas aquelas em Lankhmar traziam uma sofisticação a mais. Além de toda a emoção das histórias de Conan, elas tinham intriga, traição, uma dose certeira de humor, análise social, romance, e tantas coisas que é difícil de descrever. Eram fascinantes.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Jogadores Têm o Dever de Jogar
Tempos atrás, li uma crítica de um famoso game designer (que é melhor permanecer anônimo) ao D&D, falando que o mesmo não faz sentido, e que não entendia como o personagem dele iria se aventurar mais, se na primeira aventura ele conseguira 200 moedas de ouro. Mais do que o que sua família conseguiria em toda sua vida.
Entretanto, este mesmo game designer gosta de falar sobre coisas como adequações do jogo à sua temática, espírito do jogo, compromisso dos jogadores com o mesmo, entre outras coisas. Só que quando se trata de um jogo com o qual ele não tem afinidade, ele esquece tudo isso facilmente.
E aí que mora o problema. No caso deste indivíduo, ele ignorou uma regra básica dos jogos de RPG, o contrato social. Os jogadores estão ali para jogar. Eles devem criar motivações para que seus personagens participem do jogo. No caso de D&D, os personagens não são pessoas comuns que ganhariam 200 moedas de ouro e se sentiriam completamente realizadas. Elas não iriam economizar e viver o resto da vida com essas moedas, mesmo isto sendo possível.
Entretanto, este mesmo game designer gosta de falar sobre coisas como adequações do jogo à sua temática, espírito do jogo, compromisso dos jogadores com o mesmo, entre outras coisas. Só que quando se trata de um jogo com o qual ele não tem afinidade, ele esquece tudo isso facilmente.
E aí que mora o problema. No caso deste indivíduo, ele ignorou uma regra básica dos jogos de RPG, o contrato social. Os jogadores estão ali para jogar. Eles devem criar motivações para que seus personagens participem do jogo. No caso de D&D, os personagens não são pessoas comuns que ganhariam 200 moedas de ouro e se sentiriam completamente realizadas. Elas não iriam economizar e viver o resto da vida com essas moedas, mesmo isto sendo possível.
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