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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Vilões e suas Missões

Nós estamos sempre pensando em missões e objetivos para as nossas aventuras de RPG. Elas são os veículos que movem o nosso jogo de RPG, sejam criadas pelo mestres ou pelos próprios jogadores agindo em busca das ambições e motivações de seus personagens. É por meio delas que a histórias se modifica e se constrói, que os personagens crescem e se transformam. Muitos jogos, inclusive, são centrados Missões, como jogos de espionagem e militares.

Missões são algo comum para os personagens dos jogadores mas, raramente, vemos vilões com missões. E por que não? Eles não precisam ser a gente passivos sentados em suas fortalezas esperando um grupo de heróis com uma missão de eliminá-lo. Eles podem e devem ter missões da mesma forma que os protagonistas. Afinal de contar, para serem verdadeiros vilões eles devem fazer alguma coisa ruim para com suas vítimas, certo?

Para tal, é preciso se pensar em 3 elementos distintos que se complementam para formar a missão do seu vilão: Motivação (o porquê), Objetivo (o quê) e Metodologia (e o como). Com isso definido você terá uma base para preparar as ações e os passos que o vilão tomará na sua campanha para seguir seus objetivos, e terá informações para usar quando os heróis interferirem com seus planos.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Torne as coisas mais pessoais

Uma das características que diferencia a literatura de fantasia alta e a de espada e feitiçaria (sword & sorcery) é a motivação dos personagens na história e seu escopo. Enquanto na primeira, os protagonistas visam uma missão grandiosa, com objetivos nobres e altruísticos (como salvar o mundo, libertar a galáxia de um império maligno), no outro gênero os personagens são guiados mais por objetivos particulares, mais comuns ao homem do dia a dia (como salvar uma pessoa amada, conseguir uma espada poderosa, obter ouro, se vingar).

Ao contrário do que muitos pensam, o RPG de fantasia surgiu influenciado não por uma literatura de fantasia alta (como o Senhor dos Anéis), mas por livros de  espada e feitiçaria, como os de Robert E. Howard, Edgar R. Burroughs, Fritz Lieber, entre outros. Seus heróis não estavam fazendo aquilo simplesmente por um grande ideal nobre, mas por interesses próprios, algo que todos nós temos.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Crie Vilões que Eles Amem Odiar

Por trás de todo grande heróis há um grande vilão. Esses personagens são quase tão importantes quanto os protagonistas. Aliás, sem eles, não haveria razão para a maioria das histórias serem contadas. Os antagonistas criam conflito, elemento principal do drama e que leva os personagens principais a se superarem e alcançarem seus objetivos, crescendo e melhorando a si próprios.

Um bom primeiro passo para se criar uma boa aventura ou campanha é criar um bom vilão. Um vilão que faça com que os jogadores tenham prazer em enfrentar, que eles odeiem, e que eles amem odiá-lo. Quem não gosta do Darth Vader? Ou do Lex Luthor? Ou mesmo do Coringa? Eles são vilões que todos adoram odiar, e existem motivos para isso. Mas já o Darth Maul por exemplo, pouquíssimas pessoas gostam. Por que? Porque ele não foi feito de forma que as pessoas pudessem se identificar com ele. Eu não sou nenhum gênio da literatura, mas posso passar algumas dicas de como criar vilões interessantes que possam fazer sentido para seu grupo e incentivar seus jogadores a odiá-lo.