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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Apêndice Nosso - Trilogia Jogos Vorazes

Todo mundo já ouviu falar do tal "Appendix N" do Dungeon Master Guide da 1ª edição do AD&D (pelo menos deveria ter ouvido). Uma lista com dezenas de nomes de autores e obras que inspiraram Gary Gygax na criação do RPG mais jogado do mundo e que explicam até muitas das razões para o jogo ser como ele é (em termos de regras inclusive). No entanto, é inegável que cada Mestre vai trazer à sua mesa suas próprias influências como livros, filmes, seriados e quadrinhos. A todo momento novas obras são criadas que podem trazer algo de novo e divertido para nossas mesas.

Essa coluna é para falar justamente disso. Hoje eu escrevo sobre uma trilogia de livros que ignorei por um bom tempo achando que não passava de mais um "romancezinho" para meninas carentes, mas que tem muito mais a oferecer do que imaginei: Jogos Vorazes. Se você ignorar o drama romântico e crise existencial da personagem principal em relação aos amores da vida dela, muita coisa ali dá para se aproveitar para uma mesa de RPG. Aliás, um mestre pode fazer uma campanha inteira baseada nesses livros, e se maquiar com uma outra roupagem, é capaz de ninguém perceber. Vamos dar uma olhada nas características mais legais da história e ver como poderíamos usar isso nos nossos jogos de fantasia.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Sim, eu não curti o segundo filme da trilogia do Hobbit, e daí?

Não vou dizer que o filme é uma bosta, uma heresia ou coisa do tipo. Esse não é o caso. O filme é legalzinho, divertido, mas não passa disso. O segundo filme transformou uma história mágica, de fantasia, que mostra a evolução de um pequeno Hobbit em um aventureiro, mostrando o quanto sua esperteza e sagacidade transformaram uma região inteira em um mero Blockbuster de ação. E não era exatamente isso que eu esperava ver no cinema.

Sim, há coisas boas como sempre. A fotografia, figurino, efeitos especiais, trilha sonora, e tal. Isso continua lá, firme e forte, muito legais, muito bonitos, mas não é disso que o filme deve sobreviver. Aliás, isso é o mínimo esperado para uma obra dessa magnitude, e nesse quesito bato palmas. Realmente o filme é lindo, as paisagens são de tirar o fôlego, e a trilha sonora (mesmo na maioria dos casos se tratar de mais variações dos mesmos temas já usados na trilogia do Senhor dos Anéis) dá um clima muito legal às cenas.